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	<title>Redu News – Redu</title>
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	<description>O Ambiente Digital para um Aprendizado Real</description>
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	<title>Redu News – Redu</title>
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		<title>O Plano Nacional de Educação: o que é e como será gerido nos próximos 10 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redu]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2024 14:45:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Redu News]]></category>
		<category><![CDATA[redunews]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já ouviu falar do Plano Nacional de Educação (PNE)? Se não, não se preocupe! Vamos explicar de forma simples o que é o PNE e como ele será administrado nos próximos dez anos. O que é o Plano Nacional de Educação? O PNE é um conjunto de metas e estratégias que orientam a política educacional no Brasil por um período de dez anos. É como um grande plano de ação que o governo estabelece para garantir que todos tenham acesso a uma educação de qualidade. O atual PNE, que estava em vigor de 2014 a 2024, está sendo substituído por um novo plano que cobrirá o período de 2024 a 2034. O novo PNE: objetivos e metas O novo PNE estabelece 18 objetivos principais que precisam ser atingidos até 2034. Esses objetivos abrangem diversas áreas da educação, como educação infantil, ensino fundamental e médio, educação profissional e tecnológica, entre outros. Para cada objetivo, foram definidas metas específicas que ajudarão a monitorar o progresso ao longo dos anos. Ao todo, são 58 metas que devem ser alcançadas. Principais objetivos do novo PNE Aqui estão alguns dos principais objetivos do novo PNE: Educação Infantil: Ampliar a oferta de vagas em creches e universalizar a pré-escola. Alfabetização: Garantir que todas as crianças estejam alfabetizadas até o final do 2º ano do ensino fundamental. Educação Integral: Ampliar a oferta de educação em tempo integral nas escolas públicas. Educação Inclusiva: Garantir acesso e qualidade na educação para alunos indígenas, quilombolas e aqueles com necessidades especiais. Ensino Superior: Aumentar o acesso, a permanência e a conclusão de cursos de graduação. Qualidade e Inclusão Um ponto forte do novo PNE é a ênfase na qualidade do ensino. O plano busca estabelecer padrões elevados de qualidade na educação infantil, no ensino superior e na formação de professores. Além disso, há um foco significativo na inclusão, com objetivos específicos para a educação indígena, do campo e quilombola, bem como para a educação especial e bilíngue para surdos. Gestão do PNE A gestão do PNE será realizada em colaboração entre o governo federal, estados, municípios e o Distrito Federal. Cada um desses entes terá responsabilidades específicas para implementar as políticas e ações necessárias para atingir as metas estabelecidas. Além disso, a participação da sociedade será fundamental para monitorar e contribuir com o progresso do plano. Financiamento Para garantir que todas essas metas sejam alcançadas, o novo PNE prevê um aumento gradual do investimento em educação. A meta é que, até o sexto ano do plano, o investimento em educação atinja 7% do Produto Interno Bruto (PIB) e, até o final do decênio, chegue a 10% do PIB. Conclusão O novo Plano Nacional de Educação é um passo crucial para garantir que o Brasil continue avançando em termos de qualidade e inclusão educacional. Com metas claras e uma gestão colaborativa entre diferentes níveis de governo e a sociedade, o PNE tem o potencial de transformar a educação no país nos próximos dez anos. Acompanhar o progresso desse plano é essencial para todos nós, pois a educação é a base para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa e igualitária. O Plano ainda prevê a promoção da educação digital para o uso crítico, reflexivo e ético das tecnologias da informação e da comunicação. Nós, da Redu.Digital, temos isso como nossa missão. Entre em contato para saber como podemos contribuir com esse objetivo!</p>
<p>The post <a href="https://redu.digital/2024/07/22/o-plano-nacional-de-educacao-o-que-e-e-como-sera-gerido-nos-proximos-10-anos/">O Plano Nacional de Educação: o que é e como será gerido nos próximos 10 anos</a> first appeared on <a href="https://redu.digital">Redu</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img src="https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/07/7a9a187b-e87d-4063-882a-a14dcec0e1a4-1.png" alt="" class="wp-image-5194" srcset="https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/07/7a9a187b-e87d-4063-882a-a14dcec0e1a4-1.png 459w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/07/7a9a187b-e87d-4063-882a-a14dcec0e1a4-1-300x177.png 300w" sizes="(max-width: 459px) 100vw, 459px" /></figure></div>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>Você já ouviu falar do Plano Nacional de Educação (<a rel="noreferrer noopener" href="https://pne.mec.gov.br/" target="_blank">PNE</a>)? </p><p>Se não, não se preocupe! Vamos explicar de forma simples o que é o PNE e como ele será administrado nos próximos dez anos.</p></blockquote>



<h4><strong>O que é o Plano Nacional de Educação?</strong></h4>



<p>O <a href="https://pne.mec.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>PNE</strong></a> é um conjunto de metas e estratégias que orientam a <strong>política educacional no Brasil</strong> por um período de dez anos. É como um grande plano de ação que o governo estabelece para garantir que <strong>todos tenham acesso a uma</strong> <strong>educação de qualidade. </strong>O atual PNE, que estava em vigor de 2014 a 2024, está sendo substituído por um novo plano que cobrirá o período de 2024 a 2034.</p>



<h4><strong>O novo PNE: objetivos e metas</strong></h4>



<p>O novo PNE estabelece <strong>18 objetivos principais</strong> que precisam ser atingidos até 2034. Esses objetivos abrangem diversas áreas da educação, como educação infantil, ensino fundamental e médio, educação profissional e tecnológica, entre outros. Para cada objetivo, foram definidas metas específicas que ajudarão a monitorar o progresso ao longo dos anos. Ao todo, são <strong>58 metas</strong> que devem ser alcançadas.</p>



<h4><strong>Principais objetivos do novo PNE</strong></h4>



<p>Aqui estão alguns dos principais objetivos do novo PNE:</p>



<ul><li><strong>Educação Infantil:</strong> Ampliar a oferta de vagas em creches e universalizar a pré-escola.</li><li><strong>Alfabetização:</strong> Garantir que todas as crianças estejam alfabetizadas até o final do 2º ano do ensino fundamental.</li><li><strong>Educação Integral:</strong> Ampliar a oferta de educação em tempo integral nas escolas públicas.</li><li><strong>Educação Inclusiva:</strong> Garantir acesso e qualidade na educação para alunos indígenas, quilombolas e aqueles com necessidades especiais.</li><li><strong>Ensino Superior:</strong> Aumentar o acesso, a permanência e a conclusão de cursos de graduação.</li></ul>



<h4><strong>Qualidade e Inclusão</strong></h4>



<p>Um ponto forte do novo PNE é a ênfase na <strong>qualidade do ensino. </strong>O plano busca estabelecer padrões elevados de qualidade na educação infantil, no ensino superior e na formação de professores. Além disso, há um foco significativo na inclusão, com objetivos específicos para a educação indígena, do campo e quilombola, bem como para a educação especial e bilíngue para surdos.</p>



<h4><strong>Gestão do PNE</strong></h4>



<p>A gestão do PNE será realizada em colaboração entre o <strong>governo federal, estados, municípios e o Distrito Federal. </strong>Cada um desses entes terá responsabilidades específicas para implementar as políticas e ações necessárias para atingir as metas estabelecidas. Além disso, a <strong>participação da sociedade</strong> será fundamental para monitorar e contribuir com o progresso do plano.</p>



<h4><strong>Financiamento</strong></h4>



<p>Para garantir que todas essas metas sejam alcançadas, o novo PNE prevê um <strong>aumento gradual do investimento em educação. </strong>A meta é que, até o sexto ano do plano, o investimento em educação atinja <strong>7% do Produto Interno Bruto (PIB)</strong> e, até o final do decênio, chegue a <strong>10% do PIB.</strong></p>



<h4><strong>Conclusão</strong></h4>



<p>O novo <strong>Plano Nacional de Educação</strong> é um passo crucial para garantir que o Brasil continue avançando em termos de <strong>qualidade e inclusão educacional.</strong> Com metas claras e uma gestão colaborativa entre diferentes níveis de governo e a sociedade, o PNE tem o potencial de transformar a educação no país nos próximos dez anos.</p>



<p>Acompanhar o progresso desse plano é essencial para todos nós, pois a educação é a base para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa e igualitária.</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>O Plano ainda prevê a promoção da educação digital para o uso crítico, reflexivo e ético das tecnologias da informação e da comunicação. </p><p>Nós, da <strong><a rel="noreferrer noopener" href="https://redu.digital/" target="_blank">Redu.Digital</a></strong>, temos isso como nossa missão. <a rel="noreferrer noopener" href="https://api.whatsapp.com/send?phone=558199773181&amp;text=Ol%C3%A1.%20Estou%20interessado%20na%20contrata%C3%A7%C3%A3o%20da%20plataforma.%20Gostaria%20de%20mais%20informa%C3%A7%C3%B5es." target="_blank">Entre em contato</a> para saber como podemos contribuir com esse objetivo!</p></blockquote><p>The post <a href="https://redu.digital/2024/07/22/o-plano-nacional-de-educacao-o-que-e-e-como-sera-gerido-nos-proximos-10-anos/">O Plano Nacional de Educação: o que é e como será gerido nos próximos 10 anos</a> first appeared on <a href="https://redu.digital">Redu</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Redu News 17/06</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redu]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jun 2024 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Redu News]]></category>
		<category><![CDATA[redunews]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para além dos livros: tendências e inovações pedagógicas Fonte: Escolas Exponenciais, 28/05/2024 &#124; 4 min de leitura A educação está em constante movimento, impulsionada pela busca por métodos que tornem o aprendizado mais eficaz.  Nesse sentido, diversas tendências e inovações pedagógicas têm ganhado destaque, redefinindo a maneira como o conhecimento é transmitido e absorvido. Desde a incorporação da tecnologia até abordagens mais dinâmicas, como a gamificação e a aprendizagem ativa, o futuro da educação promete ser estimulante e repleto de oportunidades. Gamificação: como transformar o aprendizado em uma experiência lúdica Ao incorporar desafios, recompensas e competições em atividades educacionais, a escola é capaz de incentivar os alunos a se dedicarem mais aos estudos. Isso, enquanto desenvolvem habilidades importantes, como resolução de problemas, trabalho em equipe e pensamento crítico.  Engajamento no centro do aprendizado A aprendizagem ativa coloca o aluno no centro do processo educacional, incentivando a participação ativa, a colaboração e a resolução de problemas. Em vez de apenas receber informações passivamente, essa estratégia encoraja os alunos a explorar, questionar e construir seu próprio conhecimento por meio de atividades práticas, debates e projetos.  Ensino híbrido: integração do virtual e o presencial Por meio da integração de plataformas on-line, recursos digitais e aulas presenciais, os alunos têm a oportunidade de aprender em seu próprio ritmo, acessar materiais adicionais e participar de atividades interativas, tanto dentro quanto fora da sala de aula.  Uso de tecnologia na sala de aula Desde aplicativos educacionais até plataformas de ensino on-line, a tecnologia pode proporcionar experiências de aprendizado mais interativas, acessíveis e personalizadas.&#160; Além disso, o uso de dispositivos móveis, como tablets e smartphones, permite que os alunos explorem conceitos de forma mais prática e colaborativa. O que colabora para prepará-los para os desafios do mundo digital. Clique aqui para ler a matéria completa. ChatGPT e educação inclusiva: encontrando os melhores usos  Fonte: Porvir, 10/06/2024 &#124; 3 min de leitura Tecnologias digitais, quando bem utilizadas, são ferramentas capazes de enriquecer o ensino e a aprendizagem. Com a crescente oferta de ferramentas e plataformas de inteligência artificial, muitos professores têm se interessado em incorporá-las em suas atividades diárias, desde a etapa de planejamento à avaliação das atividades. É sabido que a rotina dos educadores costuma ser muito apertada. É comum ver profissionais divididos entre múltiplas turmas, preocupados em participar de formações presenciais ou online, mesmo quando lecionam em escolas distintas. Por isso, tempo é um elemento chave e não pode ser desperdiçado. Um dos principais argumentos entre os entusiastas da adoção de recursos apoiados em inteligência artificial é que ela possibilita otimizar essa jornada. Porém, existem outras aplicações válidas.  Não basta acessar as ferramentas e esperar pelo resultado 100% pronto logo na primeira interação. É preciso aprender a conduzi-las. A maior parte das plataformas com esse propósito utiliza inteligência artificial generativa, um modelo que também aprende com o usuário à medida que vai construindo novos conteúdos.&#160; Depois de treinadas, as ferramentas conseguem produzir conteúdos mais precisos de acordo com o que já estão habituadas a fazer.  Clique aqui para ler a matéria completa.</p>
<p>The post <a href="https://redu.digital/2024/06/17/redu-news-17-06/">Redu News 17/06</a> first appeared on <a href="https://redu.digital">Redu</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Para além dos livros: tendências e inovações pedagógicas</h2>



<p>Fonte: Escolas Exponenciais, 28/05/2024 | 4 min de leitura</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img src="https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/06/cinco-bons-exemplos-de-inovacao-pedagogica-aplicadas-no-brasil.jpeg" alt="" class="wp-image-5115" width="445" height="258" srcset="https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/06/cinco-bons-exemplos-de-inovacao-pedagogica-aplicadas-no-brasil.jpeg 715w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/06/cinco-bons-exemplos-de-inovacao-pedagogica-aplicadas-no-brasil-300x174.jpeg 300w" sizes="(max-width: 445px) 100vw, 445px" /></figure></div>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>A educação está em constante movimento, impulsionada pela busca por métodos que tornem o aprendizado mais eficaz.  Nesse sentido, diversas tendências e inovações pedagógicas têm ganhado destaque, redefinindo a maneira como o conhecimento é transmitido e absorvido.</p></blockquote>



<p>Desde a incorporação da tecnologia até abordagens mais dinâmicas, como a gamificação e a aprendizagem ativa, o futuro da educação promete ser estimulante e repleto de oportunidades.</p>



<p><strong>Gamificação: como transformar o aprendizado em uma experiência lúdica</strong></p>



<p>Ao incorporar desafios, recompensas e competições em atividades educacionais, a escola é capaz de incentivar os alunos a se dedicarem mais aos estudos. Isso, enquanto desenvolvem habilidades importantes, como resolução de problemas, trabalho em equipe e pensamento crítico. </p>



<p><strong>Engajamento no centro do aprendizado</strong></p>



<p>A aprendizagem ativa coloca o aluno no centro do processo educacional, incentivando a participação ativa, a colaboração e a resolução de problemas. Em vez de apenas receber informações passivamente, essa estratégia encoraja os alunos a explorar, questionar e construir seu próprio conhecimento por meio de atividades práticas, debates e projetos. </p>



<p><strong>Ensino híbrido: integração do virtual e o presencial</strong></p>



<p>Por meio da integração de plataformas on-line, recursos digitais e aulas presenciais, os alunos têm a oportunidade de aprender em seu próprio ritmo, acessar materiais adicionais e participar de atividades interativas, tanto dentro quanto fora da sala de aula. </p>



<p><strong>Uso de tecnologia na sala de aula</strong></p>



<p>Desde aplicativos educacionais até plataformas de ensino on-line, a tecnologia pode proporcionar experiências de aprendizado mais interativas, acessíveis e personalizadas.&nbsp;</p>



<p>Além disso, o uso de dispositivos móveis, como tablets e smartphones, permite que os alunos explorem conceitos de forma mais prática e colaborativa. O que colabora para prepará-los para os desafios do mundo digital.</p>



<p><em><a href="https://escolasexponenciais.com.br/exnews/para-alem-dos-livros-tendencias-e-inovacoes-pedagogicas/">Clique aqui para ler a matéria completa.</a></em></p>



<h2><strong>ChatGPT e educação inclusiva: encontrando os melhores usos </strong></h2>



<p>Fonte: Porvir, 10/06/2024 | 3 min de leitura</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img src="https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/06/255673-6-passos-para-implementar-a-transformacao-digital-na-educacao-800x534-1-1.jpeg" alt="" class="wp-image-5116" width="400" height="267" srcset="https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/06/255673-6-passos-para-implementar-a-transformacao-digital-na-educacao-800x534-1-1.jpeg 800w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/06/255673-6-passos-para-implementar-a-transformacao-digital-na-educacao-800x534-1-1-300x200.jpeg 300w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/06/255673-6-passos-para-implementar-a-transformacao-digital-na-educacao-800x534-1-1-768x513.jpeg 768w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></figure></div>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>Tecnologias digitais, quando bem utilizadas, são ferramentas capazes de enriquecer o ensino e a aprendizagem. </p></blockquote>



<p>Com a crescente oferta de ferramentas e plataformas de inteligência artificial<a href="https://porvir.org/equidade-debate-inteligencia-artificial/">,</a> muitos professores têm se interessado em incorporá-las em suas atividades diárias, desde a etapa de planejamento à avaliação das atividades.</p>



<p>É sabido que a rotina dos educadores costuma ser muito apertada. É comum ver profissionais divididos entre múltiplas turmas, preocupados em participar de formações presenciais ou online, mesmo quando lecionam em escolas distintas. </p>



<p>Por isso, tempo é um elemento chave e não pode ser desperdiçado. Um dos principais argumentos entre os entusiastas da adoção de recursos apoiados em inteligência artificial é que ela possibilita otimizar essa jornada. Porém, existem outras aplicações válidas. </p>



<p>Não basta acessar as ferramentas e esperar pelo resultado 100% pronto logo na primeira interação. É preciso aprender a conduzi-las. A maior parte das plataformas com esse propósito utiliza inteligência artificial generativa, um modelo que também aprende com o usuário à medida que vai construindo novos conteúdos.&nbsp;</p>



<p>Depois de treinadas, as ferramentas conseguem produzir conteúdos mais precisos de acordo com o que já estão habituadas a fazer. </p>



<p><a href="https://porvir.org/como-e-com-quais-cuidados-e-possivel-usar-o-chatgpt-na-educacao-inclusiva/"><em>Clique aqui para ler a matéria completa.</em></a></p><p>The post <a href="https://redu.digital/2024/06/17/redu-news-17-06/">Redu News 17/06</a> first appeared on <a href="https://redu.digital">Redu</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Como participar dos editais do Programa Nacional do Livro Didático</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redu]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jun 2024 12:18:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Redu News]]></category>
		<category><![CDATA[redunews]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) é o mais antigo programa para distribuição de livros didáticos aos alunos da rede pública no Brasil, começando em 1937 com outro nome. Ao longo dos anos, o programa foi melhorado e passou por várias mudanças de nome e execução. Hoje, o PNLD é focado na educação básica, exceto para alunos da educação infantil. O PNLD envolve várias ações para distribuir livros didáticos, pedagógicos, literários e outros materiais de apoio aos alunos e professores das escolas públicas de educação básica no Brasil. Isso inclui também instituições comunitárias, religiosas ou filantrópicas sem fins lucrativos que têm acordos com o governo. As escolas que participam do PNLD recebem esses materiais de forma regular, gratuita e organizada, fazendo do programa um dos principais suportes para o ensino e aprendizagem nessas escolas. Os editais do programa convidam interessados a participar do processo de compra de livros didáticos, recursos educacionais digitais e obras literárias para estudantes e professores da educação básica e da educação de jovens e adultos nas redes públicas federal, estaduais, municipais e do Distrito Federal. Ao longo dos anos, os editais tiveram um impacto significativo na qualidade dos livros didáticos, melhorando materiais de áreas como História, Ciências e Matemática (CAIMI, 2017; GARRIDO, 2016; BASSO, 2013; SANTOS, SILVA, 2019). Os editais atuais exigem que os livros impressos dos alunos e os manuais dos professores também estejam disponíveis em formato HTML5, com ferramentas interativas, criando livros digitais interativos. As coleções de Recursos Educacionais Digitais (REDs) para os anos finais do ensino fundamental serão organizadas por disciplinas e disponibilizadas apenas em formato digital interativo. Entre 2003 e 2013, ações em torno dos Recursos Educacionais Abertos (REA) no Brasil foram destacadas por vários autores, que mencionam projetos de lei, políticas educacionais e iniciativas da sociedade civil (AMIEL, GONSALES, SEBRIAM, 2013). Os autores enfatizam a importância de adotar esses materiais na educação pública. Para GARCIA e NOBRE (2024), o principal desafio para a adoção dos REA é o desconhecimento sobre eles. Pesquisas mostram que muitos professores da educação básica no Brasil não sabem como definir, identificar ou usar esses recursos. Isso mostra a necessidade de políticas públicas e ações para aumentar a compreensão da filosofia da educação aberta. Nesse sentido, a participação de editoras nos certames é fundamental para acelerar a entrega de produtos digitais educacionais abertos para professores e estudantes da Educação Básica. A plataforma Redu.Digital e a atuação de nossa assessoria vêm transformando a entrega de produtos editoriais para empresas de todo o país. Dentre nossos clientes estão: Editora Master, Editora Movimenta, Editora Espiral, Editora Portfólio, Bienal do Livro. Juntos, mais de 300 mil usuários cadastrados e 600 instituições de ensino espalhadas por todo o território nacional já utilizam a Redu. Entre em contato e solicite uma demonstração! Referências: AMIEL, Tel; GONSALES, Priscila; SEBRIAM, Debora. Recursos Educacionais Abertos no Brasil: 10 anos de ativismo. EmRede-Revista de Educação a Distância, v. 5, n. 2, p. 246-258, 2018. BASSO, Lucimara Del Pozzo. Estudo acerca dos critérios de avaliação de Livros Didáticos de Ciências do PNLD-período de 1996 a 2013. Anais do Simpósio Brasileiro de Política e Administração da Educação, Recife, p. 1-15, 2013. CAIMI, Flávia Eloisa. O livro didático de história e suas imperfeições: repercussões do PNLD após 20 anos. Livros didáticos de história: entre políticas e narrativas, v. 1, p. 23-45, 2017. GARCIA, Jardel Lucas; NOBRE, Ana Maria de Jesus Ferreira. Recursos Educacionais Abertos e o Desafio do (Des) Conhecimento: um Cenário ainda Recorrente. Revista e-Curriculum, v. 22, p. e55652-e55652, 2024. GARRIDO, Mírian CM. História que os livros didáticos contam depois do PNLD: História da África e dos afro-brasileiros por intermédio dos editais de convocação do PNLD (2007-2011). História e Perspectivas, n. 54, p. 239-268, 2016. SANTOS, José Wilson dos; SILVA, Marcio Antonio da. Relações de poder na idealização de livros didáticos de Matemática. Praxis educativa, v. 14, n. 1, p. 250-272, 2019.</p>
<p>The post <a href="https://redu.digital/2024/06/04/como-participar-dos-editais-do-programa-nacional-do-livro-didatico/">Como participar dos editais do Programa Nacional do Livro Didático</a> first appeared on <a href="https://redu.digital">Redu</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img src="https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/06/arton42845-1024x624.jpeg" alt="" class="wp-image-5105" width="399" height="242" srcset="https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/06/arton42845-1024x624.jpeg 1024w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/06/arton42845-300x183.jpeg 300w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/06/arton42845-768x468.jpeg 768w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/06/arton42845.jpeg 1140w" sizes="(max-width: 399px) 100vw, 399px" /></figure></div>



<p><strong>O</strong> <strong>Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) </strong>é o mais antigo programa para <strong>distribuição de livros didáticos aos alunos da rede pública no Brasil</strong>, começando em 1937 com outro nome. Ao longo dos anos, o programa foi melhorado e passou por várias mudanças de nome e execução. Hoje, o PNLD é focado na <strong>educação básica</strong>, exceto para alunos da educação infantil.</p>



<p>O PNLD envolve várias ações para distribuir<strong> livros didáticos, pedagógicos, literários</strong> <strong>e outros materiais de apoio </strong>aos alunos e professores das escolas públicas de educação básica no Brasil. Isso inclui também instituições comunitárias, religiosas ou filantrópicas sem fins lucrativos que têm acordos com o governo. As escolas que participam do PNLD recebem esses <strong>materiais de forma regular, gratuita e organizada,</strong> fazendo do programa um dos principais suportes para o ensino e aprendizagem nessas escolas.</p>



<p>Os editais do programa convidam interessados a participar do <strong>processo de compra</strong> de livros didáticos, recursos educacionais digitais e obras literárias para estudantes e professores da educação básica e da educação de jovens e adultos nas redes públicas federal, estaduais, municipais e do Distrito Federal.</p>



<p>Ao longo dos anos, os editais tiveram um impacto significativo na <strong>qualidade dos livros didáticos</strong>, melhorando materiais de áreas como História, Ciências e Matemática <em>(CAIMI, 2017; GARRIDO, 2016; BASSO, 2013; SANTOS, SILVA, 2019).</em> </p>



<p>Os editais atuais exigem que os <strong>livros impressos</strong> dos alunos e os manuais dos professores também estejam disponíveis em <strong>formato HTML5, com ferramentas interativas, criando livros digitais interativos. </strong>As coleções de <strong>Recursos Educacionais Digitais (REDs) </strong>para os anos finais do ensino fundamental serão organizadas por disciplinas e disponibilizadas apenas em formato digital interativo.</p>



<p>Entre 2003 e 2013, ações em torno dos <strong>Recursos Educacionais Abertos (REA) </strong>no Brasil foram destacadas por vários autores, que mencionam projetos de lei, políticas educacionais e iniciativas da sociedade civil <em>(AMIEL, GONSALES, SEBRIAM, 2013)</em>. Os autores enfatizam a importância de adotar esses materiais na educação pública.</p>



<p>Para <em>GARCIA </em>e<em> NOBRE (2024), </em>o principal desafio para a adoção dos REA é o desconhecimento sobre eles. Pesquisas mostram que muitos professores da educação básica no Brasil não sabem como <strong>definir, identificar ou usar esses recursos.</strong> Isso mostra a necessidade de políticas públicas e ações para aumentar a compreensão da filosofia da educação aberta.</p>



<p>Nesse sentido, a participação de editoras nos certames é fundamental para acelerar a entrega de <strong>produtos digitais educacionais abertos</strong> para professores e estudantes da Educação Básica.</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>A plataforma <a href="https://redu.digital/"><strong>Redu.Digital</strong> </a>e a atuação de nossa assessoria vêm transformando a entrega de produtos editoriais para empresas de todo o país. Dentre nossos clientes estão: Editora Master, Editora Movimenta, Editora Espiral, Editora Portfólio, Bienal do Livro.</p><p>Juntos, mais de <strong>300 mil usuários</strong> cadastrados e <strong>600 instituições de ensino</strong> espalhadas por todo o território nacional já utilizam a Redu.</p><p><a href="https://api.whatsapp.com/send/?phone=5581999773181&amp;text&amp;type=phone_number&amp;app_absent=0">Entre em contato e solicite uma demonstração!</a></p></blockquote>



<p><strong><em>Referências:</em></strong></p>



<p><em>AMIEL, Tel; GONSALES, Priscila; SEBRIAM, Debora. Recursos Educacionais Abertos no Brasil: 10 anos de ativismo. EmRede-Revista de Educação a Distância, v. 5, n. 2, p. 246-258, 2018.</em></p>



<p><em>BASSO, Lucimara Del Pozzo. Estudo acerca dos critérios de avaliação de Livros Didáticos de Ciências do PNLD-período de 1996 a 2013. Anais do Simpósio Brasileiro de Política e Administração da Educação, Recife, p. 1-15, 2013.</em></p>



<p><em>CAIMI, Flávia Eloisa. O livro didático de história e suas imperfeições: repercussões do PNLD após 20 anos. Livros didáticos de história: entre políticas e narrativas, v. 1, p. 23-45, 2017.</em></p>



<p><em>GARCIA, Jardel Lucas; NOBRE, Ana Maria de Jesus Ferreira. Recursos Educacionais Abertos e o Desafio do (Des) Conhecimento: um Cenário ainda Recorrente. Revista e-Curriculum, v. 22, p. e55652-e55652, 2024.</em></p>



<p><em>GARRIDO, Mírian CM. História que os livros didáticos contam depois do PNLD: História da África e dos afro-brasileiros por intermédio dos editais de convocação do PNLD (2007-2011). História e Perspectivas, n. 54, p. 239-268, 2016.</em></p>



<p><em>SANTOS, José Wilson dos; SILVA, Marcio Antonio da. Relações de poder na idealização de livros didáticos de Matemática. Praxis educativa, v. 14, n. 1, p. 250-272, 2019.</em></p><p>The post <a href="https://redu.digital/2024/06/04/como-participar-dos-editais-do-programa-nacional-do-livro-didatico/">Como participar dos editais do Programa Nacional do Livro Didático</a> first appeared on <a href="https://redu.digital">Redu</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Redu News &#8211; 20/05</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redu]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2024 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Redu News]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Liderança Escolar: conheça os 4 tipos e como aplicá-las Fonte: Escolas Exponenciais, 13/05/2024 &#124; 3 min de leitura A liderança escolar tem um papel fundamental na criação de ambiente propícios ao aprendizado, no desenvolvimento dos alunos e na promoção do crescimento educacional. Neste artigo, exploraremos diferentes abordagens de liderança escolar, destacando casos de sucesso e práticas inovadoras que têm impactado positivamente o panorama educacional. Confira! Liderança Escolar Transformacional: A liderança transformacional é uma abordagem que busca inspirar e motivar através de uma visão compartilhada, incentivando o desenvolvimento pessoal e profissional de todos os membros da comunidade escolar. Liderança Distribuída: Na liderança distribuída, o poder e a responsabilidade são compartilhados entre os diferentes membros da equipe escolar, promovendo um ambiente de colaboração e participação ativa. Liderança Servidora: A liderança servidora coloca o bem-estar e o desenvolvimento dos outros como a principal prioridade do líder. Liderança Escolar Inovadora: A liderança inovadora busca constantemente novas maneiras de abordar os desafios e oportunidades no ambiente educacional, incentivando a experimentação e a criatividade. Clique aqui para ler a matéria completa. Como utilizar o ChatGPT na sala de aula Fonte: Fernando Giannini, 10/05/2024 &#124; 6 min de leitura Uma “nova” tecnologia de chatbot de IA que foi lançada em no final de 2022, o ChatGPT, é uma ferramenta que você não pode ignorar. Aprenda a maximizar as potencialidades da IA para enriquecer o ensino e engajar seus alunos com estratégias inovadoras e eficazes. Embora muitas instituições queiram banir totalmente o ChatGPT e reescrever as políticas de integridade acadêmica para incluí-lo e tecnologias de IA semelhantes, os alunos ainda o usarão. Portanto, considere a possibilidade de introduzir o ChatGPT em seus cursos e discuta com os alunos como ele pode ser legitimamente usado. Brainstorming, pesquisa de tópicos específicos, resumo de conceitos complexos e aprimoramento da expressão escrita são vários aplicativos a serem experimentados. Você também pode pedir aos alunos que encontrem citações apropriadas para as respostas geradas pelo ChatGPT. Esse é um exercício valioso, pois o ChatGPT não fornece citações para seus resultados, a menos que você as solicite especificamente. Os alunos podem ser solicitados a fazer uma pesquisa independente fora do ChatGPT para encontrar essas referências ou para validar as que a ferramenta produz. No processo, eles podem descobrir declarações defeituosas geradas pelo ChatGPT que demonstram em primeira mão as limitações da ferramenta. Clique aqui para ler a matéria completa.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Liderança Escolar: conheça os 4 tipos e como aplicá-las</h2>



<p>Fonte: Escolas Exponenciais, 13/05/2024 | 3 min de leitura</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img src="https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/05/lideranca-escolar_2.png" alt="" class="wp-image-5099" width="485" height="246" srcset="https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/05/lideranca-escolar_2.png 550w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/05/lideranca-escolar_2-300x152.png 300w" sizes="(max-width: 485px) 100vw, 485px" /></figure></div>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>A liderança escolar tem um papel fundamental na criação de ambiente propícios ao aprendizado, no desenvolvimento dos alunos e na promoção do crescimento educacional.</p><p>Neste artigo, exploraremos diferentes abordagens de liderança escolar, destacando casos de sucesso e práticas inovadoras que têm impactado positivamente o panorama educacional. Confira!</p></blockquote>



<p><strong>Liderança Escolar Transformacional: </strong>A liderança transformacional é uma abordagem que busca inspirar e motivar através de uma visão compartilhada, incentivando o desenvolvimento pessoal e profissional de todos os membros da comunidade escolar.</p>



<p><strong>Liderança Distribuída: </strong>Na liderança distribuída, o poder e a responsabilidade são compartilhados entre os diferentes membros da equipe escolar, promovendo um ambiente de colaboração e participação ativa.</p>



<p><strong>Liderança Servidora: </strong>A liderança servidora coloca o bem-estar e o desenvolvimento dos outros como a principal prioridade do líder. </p>



<p><strong>Liderança Escolar Inovadora:</strong> A liderança inovadora busca constantemente novas maneiras de abordar os desafios e oportunidades no ambiente educacional, incentivando a experimentação e a criatividade.</p>



<p><a href="https://escolasexponenciais.com.br/escolas-exponenciais/lideranca-escolar-conheca-os-4-tipos-e-como-aplica-las/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Clique aqui para ler a matéria completa.</a></p>



<h2>Como utilizar o ChatGPT na sala de aula</h2>



<p>Fonte: Fernando Giannini, 10/05/2024 | 6 min de leitura</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img src="https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/05/treinamento-dos-alunos.jpeg" alt="" class="wp-image-5100" width="425" height="283" srcset="https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/05/treinamento-dos-alunos.jpeg 1000w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/05/treinamento-dos-alunos-300x200.jpeg 300w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/05/treinamento-dos-alunos-768x512.jpeg 768w" sizes="(max-width: 425px) 100vw, 425px" /></figure></div>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>Uma “nova” tecnologia de chatbot de IA que foi lançada em no final de 2022, o ChatGPT, é uma ferramenta que você não pode ignorar. Aprenda a maximizar as potencialidades da IA para enriquecer o ensino e engajar seus alunos com estratégias inovadoras e eficazes.</p></blockquote>



<p>Embora muitas instituições queiram banir totalmente o ChatGPT e reescrever as políticas de integridade acadêmica para incluí-lo e tecnologias de IA semelhantes, os alunos ainda o usarão.</p>



<p>Portanto, considere a possibilidade de introduzir o ChatGPT em seus cursos e discuta com os alunos como ele pode ser legitimamente usado. Brainstorming, pesquisa de tópicos específicos, resumo de conceitos complexos e aprimoramento da expressão escrita são vários aplicativos a serem experimentados.</p>



<p>Você também pode pedir aos alunos que encontrem citações apropriadas para as respostas geradas pelo ChatGPT. Esse é um exercício valioso, pois o ChatGPT não fornece citações para seus resultados, a menos que você as solicite especificamente. Os alunos podem ser solicitados a fazer uma pesquisa independente fora do ChatGPT para encontrar essas referências ou para validar as que a ferramenta produz. No processo, eles podem descobrir declarações defeituosas geradas pelo ChatGPT que demonstram em primeira mão as limitações da ferramenta.</p>



<p><a href="https://fernandogiannini.com.br/cinco-passos-para-utilizar-o-chatgpt-na-sala-de-aula/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Clique aqui para ler a matéria completa.</a></p><p>The post <a href="https://redu.digital/2024/05/20/redu-news-20-05/">Redu News – 20/05</a> first appeared on <a href="https://redu.digital">Redu</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Redu News &#8211; 02/05</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redu]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 May 2024 13:27:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Redu News]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que a gestão escolar precisa fazer para promover a aprendizagem entre pares Fonte: Porvir, 30/04/2024 &#124; 5 min de leitura Em passagem pelo Brasil, Les Foltos, diretor de inovação educacional na Peer-Ed, empresa norte-americana de treinamento, fala sobre a relação colaborativa entre líderes e aponta como os gestores podem ampliar suas habilidades. Lideranças escolares bem-sucedidas começam enfatizando a importância da colaboração entre todos os educadores na escola, incluindo eles mesmos. Sabemos há anos que os professores dizem que aprendem melhor juntos.  Eles geralmente são explícitos sobre o fato de que cada educador possui diferentes conjuntos de habilidades e podem usar esses para ajudar todos a terem sucesso em atender às necessidades dos alunos. Depois, vão além da retórica e modelam o que uma colaboração efetiva parece. Em seguida, implementam processos e recursos para apoiar a criação de uma cultura de colaboração. Líderes que assumem o papel de especialistas correm o risco de convencer os professores de que suas práticas estão falidas ou precisam ser corrigidas. Ouvir seria um primeiro passo claro para construir confiança entre os educadores na escola. E a confiança é crítica para encorajar os professores a assumirem riscos e mudarem sua prática. Líderes bem-sucedidos podem ouvir os professores discutirem os pontos fortes e fracos do tipo de aprendizagem que ocorre em sua escola. Eles não estão ouvindo para responder porque têm a resposta. Eles fazem isso para entender as necessidades e interesses dos professores; porque isso deixa os participantes saberem que suas ideias são importantes; para entender que tipo de apoio os professores precisam para mudar sua prática; e para manter o foco em quem fala e convencê-lo de que você está lá para ajudá-lo a ter sucesso. Clique aqui para ler a matéria completa. Estudo aponta relações entre competências socioemocionais e desempenho acadêmico Fonte: Porvir, 29/04/2024 &#124; 6 min de leitura Levantamento da OCDE mostra que estudantes em situações de vulnerabilidade social relatam níveis mais baixos de abertura ao novo e engajamento com os outros do que aqueles mais favorecidos. Intitulado “Social and Emotional Skills: Innovative tools for direct assessment” (em tradução livre, “Competências Socioemocionais: Ferramentas Inovadoras para Avaliação Direta”), o estudo é uma das primeiras pesquisas internacionais em larga escala sobre competências socioemocionais e abrange dados de milhares de estudantes de 10 e 15 anos de idade. O objetivo da pesquisa é avaliar 15 competências socioemocionais, entender sua relevância na vida dos estudantes e identificar os fatores que facilitam ou impedem seu desenvolvimento. Os resultados mostravam o bom desempenho acadêmico dos alunos, mas mesmo assim eles não sentiam bem, porque era um sistema que tinha foco no desenvolvimento de uma competência que é muito importante e inegociável, que é a competência cognitiva. Em vídeo exibido no início do painel, Andreas Schleicher, diretor de educação da OCDE, descreveu os desafios atuais da educação. “As competências facilmente ensináveis e avaliáveis também são facilmente automatizáveis”, afirmou. Neste contexto de avanços em inteligência artificial, segundo ele, é fundamental focar nas qualidades que destacam nossa humanidade. “O futuro é sobre combinar a inteligência artificial dos nossos computadores com as competências cognitivas, socioemocionais e valores dos seres humanos”, declarou. Atualmente, uma educação bem-sucedida concentra-se em identidade, autonomia e propósito. Envolve cultivar a curiosidade e abrir mentes; fomentar a compaixão e abrir corações; e incentivar a coragem para mobilizar nossos recursos cognitivos, sociais e emocionais em ação. Essas qualidades representam também nossas melhores ferramentas para enfrentar os grandes desafios da atualidade. Clique aqui para ler a matéria completa.</p>
<p>The post <a href="https://redu.digital/2024/05/02/redu-news-02-05/">Redu News – 02/05</a> first appeared on <a href="https://redu.digital">Redu</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>O que a gestão escolar precisa fazer para promover a aprendizagem entre pares</h2>



<p>Fonte: Porvir, 30/04/2024 | 5 min de leitura</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img src="https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/05/O_que_voce_precisa_saber_sobre_gestao_escolar_e_administracao_escolar-scaled-1-1024x684.jpeg" alt="" class="wp-image-5089" width="440" height="294" srcset="https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/05/O_que_voce_precisa_saber_sobre_gestao_escolar_e_administracao_escolar-scaled-1-1024x684.jpeg 1024w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/05/O_que_voce_precisa_saber_sobre_gestao_escolar_e_administracao_escolar-scaled-1-300x200.jpeg 300w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/05/O_que_voce_precisa_saber_sobre_gestao_escolar_e_administracao_escolar-scaled-1-768x513.jpeg 768w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/05/O_que_voce_precisa_saber_sobre_gestao_escolar_e_administracao_escolar-scaled-1-1536x1025.jpeg 1536w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/05/O_que_voce_precisa_saber_sobre_gestao_escolar_e_administracao_escolar-scaled-1-2048x1367.jpeg 2048w" sizes="(max-width: 440px) 100vw, 440px" /></figure></div>



<blockquote class="wp-block-quote"><p><em>Em passagem pelo Brasil, Les Foltos, diretor de inovação educacional na Peer-Ed, empresa norte-americana de treinamento, fala sobre a relação colaborativa entre líderes e aponta como os gestores podem ampliar suas habilidades.</em></p></blockquote>



<p>Lideranças escolares bem-sucedidas começam enfatizando a <strong>importância da colaboração</strong> entre todos os educadores na escola, incluindo eles mesmos. Sabemos há anos que os professores dizem que aprendem melhor juntos. </p>



<p>Eles geralmente são explícitos sobre o fato de que cada educador possui diferentes <strong>conjuntos de habilidades</strong> e podem usar esses para ajudar todos a terem sucesso em atender às necessidades dos alunos. Depois, vão além da retórica e modelam o que uma colaboração efetiva parece. Em seguida, implementam processos e recursos para apoiar a criação de uma <strong>cultura de colaboração.</strong></p>



<p>Líderes que assumem o papel de especialistas correm o risco de convencer os professores de que suas práticas estão falidas ou precisam ser corrigidas. Ouvir seria um primeiro passo claro para construir confiança entre os educadores na escola. E a confiança é crítica para encorajar os professores a <strong>assumirem riscos</strong> e <strong>mudarem sua prática. </strong></p>



<p>Líderes bem-sucedidos podem ouvir os professores discutirem os pontos fortes e fracos do tipo de aprendizagem que ocorre em sua escola. Eles não estão ouvindo para responder porque têm a resposta. Eles fazem isso para entender as <strong>necessidades e interesses dos professores;</strong> porque isso deixa os participantes saberem que suas ideias são importantes; para entender que tipo de apoio os professores precisam para mudar sua prática; e para manter o foco em quem fala e convencê-lo de que você está lá para ajudá-lo a ter sucesso.</p>



<p><a href="https://porvir.org/gestao-e-aprendizagem-entre-pares/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Clique aqui para ler a matéria completa.</a></p>



<h1>Estudo aponta relações entre competências socioemocionais e desempenho acadêmico</h1>



<p>Fonte: Porvir, 29/04/2024 | 6 min de leitura</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img src="https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/05/formacao_como-escolher-a-melhor-escola-para-os-filhos-1-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-5091" width="429" height="322" srcset="https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/05/formacao_como-escolher-a-melhor-escola-para-os-filhos-1-1024x768.jpeg 1024w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/05/formacao_como-escolher-a-melhor-escola-para-os-filhos-1-300x225.jpeg 300w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/05/formacao_como-escolher-a-melhor-escola-para-os-filhos-1-768x576.jpeg 768w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/05/formacao_como-escolher-a-melhor-escola-para-os-filhos-1-1536x1152.jpeg 1536w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/05/formacao_como-escolher-a-melhor-escola-para-os-filhos-1.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 429px) 100vw, 429px" /></figure></div>



<blockquote class="wp-block-quote"><p><em>Levantamento da OCDE mostra que estudantes em situações de vulnerabilidade social relatam níveis mais baixos de abertura ao novo e engajamento com os outros do que aqueles mais favorecidos.</em></p></blockquote>



<p>Intitulado <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.oecd-ilibrary.org/education/social-and-emotional-skills-for-better-lives_35ca7b7c-en" target="_blank">“Social and Emotional Skills: Innovative tools for direct assessment” (em tradução livre, “Competências Socioemocionais: Ferramentas Inovadoras para Avaliação Direta”)</a>, o estudo é uma das primeiras pesquisas internacionais em larga escala sobre <strong>competências socioemocionais</strong> e abrange dados de milhares de estudantes de 10 e 15 anos de idade. O objetivo da pesquisa é avaliar 15 competências socioemocionais, entender sua relevância na vida dos estudantes e identificar os fatores que facilitam ou impedem seu desenvolvimento.</p>



<p>Os resultados mostravam o bom desempenho acadêmico dos alunos, mas mesmo assim eles não sentiam bem, porque era um sistema que tinha foco no desenvolvimento de uma competência que é muito importante e inegociável, que é a <strong>competência cognitiva.</strong></p>



<p>Em vídeo exibido no início do painel, Andreas Schleicher, diretor de educação da OCDE, descreveu os desafios atuais da educação. “As competências facilmente ensináveis e avaliáveis também são facilmente automatizáveis”, afirmou. Neste contexto de avanços em <strong>inteligência artificial</strong>, segundo ele, é fundamental focar nas qualidades que destacam nossa humanidade. “O futuro é sobre combinar a inteligência artificial dos nossos computadores com as <strong>competências cognitivas, socioemocionais e valores dos seres humanos</strong>”, declarou.</p>



<p>Atualmente, uma <strong>educação bem-sucedida</strong> concentra-se em <strong>identidade, autonomia e propósito.</strong> Envolve cultivar a curiosidade e abrir mentes; fomentar a compaixão e abrir corações; e incentivar a coragem para mobilizar nossos recursos cognitivos, sociais e emocionais em ação. Essas qualidades representam também nossas melhores ferramentas para enfrentar os grandes desafios da atualidade.</p>



<p><a href="https://porvir.org/estudo-competencias-socioemocionais-e-desempenho-academico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Clique aqui para ler a matéria completa.</a></p><p>The post <a href="https://redu.digital/2024/05/02/redu-news-02-05/">Redu News – 02/05</a> first appeared on <a href="https://redu.digital">Redu</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Redu News &#8211; 23/02</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redu]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Feb 2024 16:35:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Redu News]]></category>
		<category><![CDATA[redunews]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Educação Corporativa: confira as tendências para o setor Fonte: Educador21, 16/02/2024  &#124; 3 min de leitura Especialista afirma que IA, soluções integradas e plataformas LMS estão entre as tendências para a Educação Corporativa em 2024 O ano de 2024 deverá ser um período de consolidação da educação corporativa, porque, diferentemente de algumas áreas em que ainda tem sido difícil fazer previsões, no quesito do treinamento à distância, o cenário está posto com maior clareza, posicionado não apenas para prosperar, mas também para consolidar a posição do Brasil como uma referência global nesse dinâmico mercado. Alceu Costa Junior, CEO e fundador do&#160;Grupo Take 5, acredita que os desafios enfrentados no período da pandemia e logo após fizeram com que as variantes do “a distância” (trabalho a distância, saúde a distância, educação a distância etc.) tivessem suas importâncias devidamente reconhecidas. Agora, é fazer os ajustes finos necessários para balancear a dosagem das coisas, garantindo a não saturação de cada uma delas. Na tentativa de fazer com que esse impulso seja honrado com as melhores soluções possíveis, o principal desafio é aprimorar a famosa “experiência do usuário”. Para essa tarefa, Alceu destacou algumas linhas de ação que devem ditar as tendências do que deve permear o mercado de Educação Corporativa em 2024. A primeira é a incorporação paulatina dos recursos de Inteligência Artificial nas ferramentas de educação corporativa. Clique aqui para ler a matéria completa. Um compromisso com a saúde mental e a tecnologia Fonte: Educador21, 21/02/2024  &#124; 2 min de leitura O CEO da Analytica, Marlon Ceni, afirma neste artigo que em 2024 a educação firma um compromisso com a saúde mental e a tecnologia Em pleno 2024, é inevitável refletir sobre o que o futuro reserva para a educação, um setor que está em constante evolução e que desempenha um papel fundamental na formação das mentes brilhantes de amanhã. Como CEO da Analytica Ensino, gostaria de compartilhar algumas reflexões sobre o que podemos esperar desse futuro educacional e como podemos proteger a saúde mental dos nossos estudantes, tendo a tecnologia como aliada. O papel transformador da educação é inegável, mas em 2024, estamos diante de mudanças profundas. O cenário educacional está se adaptando rapidamente, incorporando inovações tecnológicas que não apenas aprimoram o aprendizado, mas também moldam a experiência educacional como um todo. Nossa visão é liderar essa transformação, não apenas por meio de soluções tecnológicas avançadas, mas também por um compromisso inabalável com a saúde mental dos nossos estudantes. Afinal, não podemos falar sobre o futuro da educação sem considerar o bem-estar emocional daqueles que estão no centro desse ecossistema educacional. Embora a tecnologia seja uma ferramenta poderosa, entendemos a importância de equilibrar conectividade e desconexão. Incentivamos práticas que promovam intervalos de tela, atividades ao ar livre e momentos de reflexão. Afinal, o equilíbrio é essencial para uma saúde mental robusta. Clique aqui para ler a matéria completa. IA dominará a educação mundial em 2050 Fonte: Educador21, 08/02/2024  &#124; 4 min de leitura Para o colunista Leonardo Libman, em 2050 a Inteligência Artificial guiará e proverá majoritariamente a educação mundial Anos atrás, quando criança, sempre que tínhamos dúvidas sobre qualquer assunto, a melhor fonte de respostas sempre foram nossos pais e professores. Iniciamos uma transformação com o surgimento e democratização do acesso ao Google, hoje vemos a Inteligência Artificial nos proporcionando novos caminhos na adoção de conhecimento adicional. Como característica principal as ferramentas de IA são muito baratas e eficientes, em breve veremos Instituições de Ensino e governos optando pela terceirização da grande parte do aprendizado. Há um certo grau de histeria no ecossistema educacional atual quando o assunto é IA. Banir ou revogar acesso de alunos e professores a estas ferramentas é um erro crasso. Ao invés disso, as instituições de ensino deveriam gastar tempo e dinheiro, entendendo o modelo falido atual para ressignificar o futuro de seus alunos com novas ferramentas que já impactam o planeta. Este momento conflituoso e negacionista de docentes e instituições de ensino frente a ferramentas de IA me remete a um momento recente em nossa história, quando taxistas tentaram de todas as formas conter a escalada e crescimento do Uber. A antiga crença de que um professor é detentor do absoluto conhecimento está fadado ao insucesso. Clique aqui para ler a matéria completa.</p>
<p>The post <a href="https://redu.digital/2024/02/23/redu-news-23-02/">Redu News – 23/02</a> first appeared on <a href="https://redu.digital">Redu</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Educação Corporativa: confira as tendências para o setor</h2>



<p>Fonte: <em><a href="https://educador21.com.br/">Educador21</a>, 16/02/2024  | 3 min de leitura</em></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img src="https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/02/25675.jpeg" alt="" class="wp-image-5016" width="387" height="258" srcset="https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/02/25675.jpeg 873w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/02/25675-300x200.jpeg 300w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/02/25675-768x512.jpeg 768w" sizes="(max-width: 387px) 100vw, 387px" /></figure></div>



<blockquote class="wp-block-quote"><p><em>Especialista afirma que IA, soluções integradas e plataformas LMS estão entre as tendências para a Educação Corporativa em 2024</em></p></blockquote>



<p>O ano de 2024 deverá ser um período de consolidação da educação corporativa, porque, diferentemente de algumas áreas em que ainda tem sido difícil fazer previsões, no quesito do treinamento à distância, o cenário está posto com maior clareza, posicionado não apenas para prosperar, mas também para consolidar a posição do Brasil como uma referência global nesse dinâmico mercado.</p>



<p>Alceu Costa Junior, CEO e fundador do&nbsp;<a href="https://www.take5.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Grupo Take 5</a>, acredita que os desafios enfrentados no período da pandemia e logo após fizeram com que as variantes do “a distância” (trabalho a distância, saúde a distância, educação a distância etc.) tivessem suas importâncias devidamente reconhecidas. Agora, é fazer os ajustes finos necessários para balancear a dosagem das coisas, garantindo a não saturação de cada uma delas.</p>



<p>Na tentativa de fazer com que esse impulso seja honrado com as melhores soluções possíveis, o principal desafio é aprimorar a famosa “experiência do usuário”. Para essa tarefa, Alceu destacou algumas linhas de ação que devem ditar as tendências do que deve permear o mercado de Educação Corporativa em 2024. A primeira é a incorporação paulatina dos recursos de Inteligência Artificial nas ferramentas de educação corporativa.</p>



<p><em><a href="https://educador21.com.br/educacao-corporativa-confira-as-tendencias-para-o-setor/?utm_source=feedly&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=educacao-corporativa-confira-as-tendencias-para-o-setor">Clique aqui para ler a matéria completa.</a></em></p>



<h2>Um compromisso com a saúde mental e a tecnologia</h2>



<p>Fonte: <em><a href="https://educador21.com.br/">Educador21</a>, 21/02/2024  | 2 min de leitura</em></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img src="https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/02/169223498664dd74eab5039_1692234986_3x2_rt-1-1024x683.jpeg" alt="" class="wp-image-5018" width="398" height="265" srcset="https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/02/169223498664dd74eab5039_1692234986_3x2_rt-1-1024x683.jpeg 1024w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/02/169223498664dd74eab5039_1692234986_3x2_rt-1-300x200.jpeg 300w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/02/169223498664dd74eab5039_1692234986_3x2_rt-1-768x512.jpeg 768w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/02/169223498664dd74eab5039_1692234986_3x2_rt-1-1536x1024.jpeg 1536w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/02/169223498664dd74eab5039_1692234986_3x2_rt-1-2048x1365.jpeg 2048w" sizes="(max-width: 398px) 100vw, 398px" /></figure></div>



<blockquote class="wp-block-quote"><p><em>O CEO da Analytica, Marlon Ceni, afirma neste artigo que em 2024 a educação firma um compromisso com a saúde mental e a tecnologia</em></p></blockquote>



<p>Em pleno 2024, é inevitável refletir sobre o que o futuro reserva para a educação, um setor que está em constante evolução e que desempenha um papel fundamental na formação das mentes brilhantes de amanhã. Como CEO da Analytica Ensino, gostaria de compartilhar algumas reflexões sobre o que podemos esperar desse futuro educacional e como podemos proteger a saúde mental dos nossos estudantes, tendo a tecnologia como aliada.</p>



<p>O papel transformador da educação é inegável, mas em 2024, estamos diante de mudanças profundas. O cenário educacional está se adaptando rapidamente, incorporando inovações tecnológicas que não apenas aprimoram o aprendizado, mas também moldam a experiência educacional como um todo.</p>



<p>Nossa visão é liderar essa transformação, não apenas por meio de soluções tecnológicas avançadas, mas também por um compromisso inabalável com a saúde mental dos nossos estudantes. Afinal, não podemos falar sobre o futuro da educação sem considerar o bem-estar emocional daqueles que estão no centro desse ecossistema educacional.</p>



<p>Embora a tecnologia seja uma ferramenta poderosa, entendemos a importância de equilibrar conectividade e desconexão. Incentivamos práticas que promovam intervalos de tela, atividades ao ar livre e momentos de reflexão. Afinal, o equilíbrio é essencial para uma saúde mental robusta.</p>



<p><em><a href="https://educador21.com.br/um-compromisso-com-a-saude-mental-e-a-tecnologia/?utm_source=feedly&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=um-compromisso-com-a-saude-mental-e-a-tecnologia">Clique aqui para ler a matéria completa.</a></em></p>



<h2>IA dominará a educação mundial em 2050</h2>



<p>Fonte: <em><a href="https://educador21.com.br/">Educador21</a>, 08/02/2024  | 4 min de leitura</em></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img src="https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/02/inteligencia-artifical-educacao-face.jpeg" alt="" class="wp-image-5019" width="399" height="223" srcset="https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/02/inteligencia-artifical-educacao-face.jpeg 800w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/02/inteligencia-artifical-educacao-face-300x168.jpeg 300w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/02/inteligencia-artifical-educacao-face-768x430.jpeg 768w" sizes="(max-width: 399px) 100vw, 399px" /></figure></div>



<blockquote class="wp-block-quote"><p><em>Para o colunista Leonardo Libman, em 2050 a Inteligência Artificial guiará e proverá majoritariamente a educação mundial</em></p></blockquote>



<p>Anos atrás, quando criança, sempre que tínhamos dúvidas sobre qualquer assunto, a melhor fonte de respostas sempre foram nossos pais e professores. Iniciamos uma transformação com o surgimento e democratização do acesso ao Google, hoje vemos a Inteligência Artificial nos proporcionando novos caminhos na adoção de conhecimento adicional.</p>



<p>Como característica principal as ferramentas de IA são muito baratas e eficientes, em breve veremos Instituições de Ensino e governos optando pela terceirização da grande parte do aprendizado.</p>



<p>Há um certo grau de histeria no ecossistema educacional atual quando o assunto é IA. Banir ou revogar acesso de alunos e professores a estas ferramentas é um erro crasso. Ao invés disso, as instituições de ensino deveriam gastar tempo e dinheiro, entendendo o modelo falido atual para ressignificar o futuro de seus alunos com novas ferramentas que já impactam o planeta.</p>



<p>Este momento conflituoso e negacionista de docentes e instituições de ensino frente a ferramentas de IA me remete a um momento recente em nossa história, quando taxistas tentaram de todas as formas conter a escalada e crescimento do Uber. A antiga crença de que um professor é detentor do absoluto conhecimento está fadado ao insucesso.</p>



<p><em><a href="https://educador21.com.br/ia-dominara-a-educacao-mundial-em-2050/?utm_source=feedly&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=ia-dominara-a-educacao-mundial-em-2050">Clique aqui para ler a matéria completa.</a></em></p><p>The post <a href="https://redu.digital/2024/02/23/redu-news-23-02/">Redu News – 23/02</a> first appeared on <a href="https://redu.digital">Redu</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Regulação da aprendizagem de adultos em cursos abertos no SEBRAE PE</title>
		<link>https://redu.digital/2024/01/22/regulacao-da-aprendizagem-de-adultos-em-cursos-abertos-no-sebrae-pe/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=regulacao-da-aprendizagem-de-adultos-em-cursos-abertos-no-sebrae-pe</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redu]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jan 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Redu News]]></category>
		<category><![CDATA[redunews]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um artigo recente, publicado nos anais do XX IOSTE International Symposium 2022, a equipe de assessoria pedagógica da Redu apresenta uma análise da regulação da aprendizagem de adultos em cursos abertos, utilizando a técnica de etnografia digital no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) SebraeEdu.&#160; Identificou-se que, embora existam interações destinadas à regulação da aprendizagem, também ocorrem improvisos por parte de estudantes e instrutores.&#160;A conclusão destaca a necessidade de explorar e desenvolver novas funcionalidades para o AVA, com base nos relatos coletados. A regulação da aprendizagem em adultos, em cursos abertos, é abordada considerando a superação da contingência por improvisação.&#160; Estudos indicam que, embora os alunos adultos possam regular seu aprendizado, muitas vezes o fazem inconscientemente, resultando em uma regulação ineficaz. A literatura destaca a importância de desenvolver habilidades de autorregulação para melhorar os resultados de aprendizagem. O estudo aborda a autorregulação da aprendizagem, ressaltando a necessidade de definir metas específicas, adotar estratégias adequadas, monitorar o desempenho e reorganizar o ambiente para alcançar os objetivos.&#160; A maturidade desses processos influencia os resultados da aprendizagem, conforme apontado por Schunk e Zimmerman. A discussão destaca a importância de um ambiente de aprendizagem que apoie os alunos na autorregulação e corregulação. O contexto dos cursos abertos online do Sebrae é apresentado evidenciando a demanda por autorregulação devido à natureza não linear e pouco estruturada desses cursos.&#160; A pesquisa envolveu a análise de interações no SebraeEdu, uma plataforma colaborativa, identificando contingências, improvisações e artefatos utilizados na regulação da aprendizagem de adultos. A metodologia utilizada foi a etnografia digital, permitindo a compreensão dos significados das interações.&#160; A análise de dados concentrou-se na identificação de episódios de regulação da aprendizagem e na análise das atividades e contingências. Os resultados indicam a presença de improvisações no processo de regulação, destacando a necessidade de soluções metodológicas e materiais. A discussão aborda as implicações para o design, sugerindo melhorias na plataforma SebraeEdu para superar limitações na regulação da aprendizagem por adultos.&#160; O estudo conclui destacando a abertura para pesquisas futuras, incluindo a replicação em outros contextos e a exploração de novas funcionalidades para a plataforma. Em conclusão, o artigo oferece percepções valiosas sobre a regulação da aprendizagem de adultos em cursos abertos, destacando a importância da autorregulação e improvisação, além de apontar caminhos para melhorias nas plataformas de aprendizagem online. Artigo fonte:&#160; Almeida, G. M. de; Gomes, A. S.; Silva, G. C. da; Gonzales, E. F.; Alves, F. O. M.; Pereira, A. J. Regulação da aprendizagem de adultos em cursos abertos: uma etnografia digital. In: XX IOSTE International Symposium, 2022, Recife, PE. Clique aqui para ler o artigo completo!</p>
<p>The post <a href="https://redu.digital/2024/01/22/regulacao-da-aprendizagem-de-adultos-em-cursos-abertos-no-sebrae-pe/">Regulação da aprendizagem de adultos em cursos abertos no SEBRAE PE</a> first appeared on <a href="https://redu.digital">Redu</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img src="https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/01/Design-sem-nome-1024x726.png" alt="" class="wp-image-4990" width="433" height="307" srcset="https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/01/Design-sem-nome-1024x726.png 1024w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/01/Design-sem-nome-300x213.png 300w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/01/Design-sem-nome-768x545.png 768w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/01/Design-sem-nome-1536x1090.png 1536w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/01/Design-sem-nome.png 1748w" sizes="(max-width: 433px) 100vw, 433px" /></figure></div>



<p>Em um artigo recente, publicado nos anais do XX IOSTE International Symposium 2022, a equipe de assessoria pedagógica da Redu apresenta uma análise da <strong>regulação da aprendizagem de adultos em cursos abertos, </strong>utilizando a técnica de etnografia digital no <strong>Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) SebraeEdu.&nbsp;</strong></p>



<p>Identificou-se que, embora existam interações destinadas à regulação da aprendizagem, também ocorrem <strong>improvisos</strong> por parte de estudantes e instrutores.&nbsp;A conclusão destaca a necessidade de explorar e desenvolver <strong>novas funcionalidades</strong> para o AVA, com base nos relatos coletados.</p>



<p>A regulação da aprendizagem em adultos, em cursos abertos, é abordada considerando a <strong>superação da contingência por improvisação.&nbsp;</strong></p>



<p>Estudos indicam que, embora os alunos adultos possam regular seu aprendizado, muitas vezes o fazem <strong>inconscientemente</strong>, resultando em uma <strong>regulação ineficaz.</strong> A literatura destaca a importância de desenvolver habilidades de <strong>autorregulação</strong> para melhorar os resultados de aprendizagem.</p>



<p>O estudo aborda a autorregulação da aprendizagem, ressaltando a necessidade de definir <strong>metas</strong> específicas, adotar <strong>estratégias</strong> adequadas, monitorar o <strong>desempenho</strong> e reorganizar o <strong>ambiente </strong>para alcançar os objetivos.&nbsp;</p>



<p>A maturidade desses processos influencia os resultados da aprendizagem, conforme apontado por <em>Schunk </em>e <em>Zimmerman.</em> A discussão destaca a importância de um ambiente de aprendizagem que apoie os alunos na <strong>autorregulação</strong> e <strong>corregulação</strong>.</p>



<p>O contexto dos cursos abertos online do <strong>Sebrae</strong> é apresentado evidenciando a demanda por autorregulação devido à natureza não linear e pouco estruturada desses cursos.&nbsp;</p>



<p>A pesquisa envolveu a análise de interações no <strong>SebraeEdu</strong>, uma plataforma colaborativa, identificando <strong>contingências, improvisações e artefatos </strong>utilizados na regulação da aprendizagem de adultos.</p>



<p>A metodologia utilizada foi a <strong>etnografia digital</strong>, permitindo a compreensão dos <strong>significados das interações.&nbsp;</strong></p>



<p>A análise de dados concentrou-se na identificação de episódios de regulação da aprendizagem e na análise das atividades e contingências. Os resultados indicam a presença de improvisações no processo de regulação, destacando a necessidade de <strong>soluções metodológicas e materiais.</strong></p>



<p>A discussão aborda as implicações para o <strong>design</strong>, sugerindo melhorias na plataforma SebraeEdu para superar limitações na regulação da aprendizagem por adultos.&nbsp;</p>



<p>O estudo conclui destacando a abertura para pesquisas futuras, incluindo a <strong>replicação em outros contextos</strong> e a <strong>exploração de novas funcionalidades</strong> para a plataforma.</p>



<p>Em conclusão, o artigo oferece percepções valiosas sobre a <strong>regulação da aprendizagem de adultos em cursos abertos</strong>, destacando a importância da autorregulação e improvisação, além de apontar caminhos para melhorias nas plataformas de aprendizagem online.</p>



<p><strong>Artigo fonte:&nbsp;</strong></p>



<p><em>Almeida, G. M. de; Gomes, A. S.; Silva, G. C. da; Gonzales, E. F.; Alves, F. O. M.; Pereira, A. J. Regulação da aprendizagem de adultos em cursos abertos: uma etnografia digital. In: XX IOSTE International Symposium, 2022, Recife, PE.</em></p>



<p><a href="https://proceedings.science/ioste-2022/trabalhos/regulacao-da-aprendizagem-de-adultos-em-cursos-abertos-uma-etnografia-digital">Clique aqui para ler o artigo completo!</a></p><p>The post <a href="https://redu.digital/2024/01/22/regulacao-da-aprendizagem-de-adultos-em-cursos-abertos-no-sebrae-pe/">Regulação da aprendizagem de adultos em cursos abertos no SEBRAE PE</a> first appeared on <a href="https://redu.digital">Redu</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Redu News &#8211; 19/01</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redu]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jan 2024 13:02:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Redu News]]></category>
		<category><![CDATA[redunews]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que as famílias mais valorizam na escola dos filhos?  Fonte: Escolas Exponenciais,&#160;18/01/2024&#160;&#124; 5&#160;min de leitura A escolha da escola para os filhos é uma decisão difícil para os pais. A qualidade do ensino, a segurança, o envolvimento da família, o desenvolvimento socioemocional e a integração da tecnologia são aspectos que muitos consideram ao avaliar as opções educacionais. De acordo com a pesquisa&#160;Certificação Escolas Exponenciais&#160;de 2023, 27% das famílias valorizam o cuidado e atenção pessoal que a escola tem com o filho. Na sequência, 24% dão preferência para localização próxima à casa ou ao trabalho, seguida por 22% que valorizam a qualidade na formação acadêmica dos alunos. Outros 20% consideram o relacionamento próximo e participativo com pais e alunos, acompanhado por 19% que priorizam a ênfase na educação de valores morais e éticos e 18% que valorizam a qualificação da equipe pedagógica. No total, 74 mil famílias responderam ao questionário.&#160; Em sua 5ª edição, o estudo de alcance nacional contou com a participação de mais de 240 escolas, espalhadas por 15 estados. A coleta de respostas de pais, professores e gestores foi realizada entre 9 de outubro e 15 de novembro.&#160; Clique aqui para ler a matéria completa. Transformação digital é o principal desafio da Educação  Fonte: Educador21, 12/01/2024  &#124; 3 min de leitura Quais são os principais desafios da Educação para os próximos anos? Enfrentando problemas de várias ordens – estruturais, pedagógicos, financeiros, sociais, culturais –, e também complexos, o setor requer soluções rápidas, embora algumas sejam mais difíceis de se resolver que outras. Para entender melhor esse cenário, foi realizada, no fim de 2023, a pesquisa “O Futuro da Educação”, conduzida pela&#160;KPMG&#160;– empresa que presta serviços de Audit, Tax e Advisory para ajudar a reduzir riscos e aproveitar oportunidades – com 200 profissionais do setor. Uma das principais conclusões do levantamento aponta que o principal desafio da Educação no Brasil nos próximos anos é ter docentes preparados para lidar com novas ferramentas e inovações tecnológicas (31%). Após esse, seguem: mudança no perfil dos alunos em relação a produtos e serviços obsoletos (18%); inovação tecnológica e oferta de serviços digitais (18%); captação e retenção de alunos (15%); recuperação do ticket médio (15%); e falta de recursos financeiros para expansão e inovação (3%). Mas sobre o maior desafio das instituições no atual momento, os respondentes indicaram: inovação tecnológica e desenvolvimento de novos produtos e serviços (40%); fluxo de caixa e gestão financeira (18%); custos e despesas que crescem acima da receita (18%); qualificação do corpo docente (12%); vagas ociosas e evasão (9%); e concorrência (3%). Todos esses, itens afins à transformação digital. Clique aqui para ler a matéria completa. Nem só papel, nem só digital: Suécia dá autonomia para escolha de livro didático Fonte: Porvir, 17/01/2024  &#124; 7 min de leitura Em 2023, um acirrado debate tomou conta da pauta educacional no Brasil: o governador de São Paulo, Tarcisio de Freitas, chegou a anunciar que todas as escolas estaduais paulistas, do ensino fundamental 2 ao ensino médio, adotariam apenas obras digitais. A repercussão negativa fez com que a proposta fosse descartada poucos dias depois, por não se alinhar às tendências e estudos mundiais – mesmo os países mais ricos e mais digitalizados não abandonaram por completo os materiais impressos em suas escolas. Um deles é a Suécia: nos últimos 15 anos, uma das nações mais desenvolvidas do mundo, caminhava em busca de uma educação majoritariamente digital, mas, em 2023 reviu sua estratégia. Em um artigo para o jornal Expressen, a ministra da Educação sueca, Lotta Edholm, afirmou que a educação 100% informatizada foi uma grande experiência, mas que “houve uma postura acrítica [do governo anterior] de considerar a tecnologia necessariamente boa, independentemente do conteúdo”. De acordo com reportagem do Portal G1, os resultados do Pirls 2021 (Progress in International Reading Literacy Study), exame internacional que mede habilidades de leitura de alunos do 4º ano do ensino fundamental (de 9 a 10 anos de idade), mostraram que o desempenho das crianças suecas piorou entre 2016 e 2022: caiu de 555 para 544 pontos. O atual governo entendeu que há uma ligação direta entre a queda e o uso de telas na sala de aula. “Recursos didáticos digitais, se usados ​​corretamente, apresentam certas vantagens, como combinar imagem, texto e som. Mas o livro físico traz benefícios que nenhuma tela pode substituir”, escreveu a ministra. Clique aqui para ler a matéria completa.</p>
<p>The post <a href="https://redu.digital/2024/01/19/redu-news-19-01/">Redu News – 19/01</a> first appeared on <a href="https://redu.digital">Redu</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>O que as famílias mais valorizam na escola dos filhos? </h2>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img src="https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/01/joyful-parents-couple-and-little-black-haired-girl-sitting-on-couch-in-living-room-reading-book-together-and-laughing-1-1024x683.jpeg" alt="" class="wp-image-4999" width="334" height="222" srcset="https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/01/joyful-parents-couple-and-little-black-haired-girl-sitting-on-couch-in-living-room-reading-book-together-and-laughing-1-1024x683.jpeg 1024w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/01/joyful-parents-couple-and-little-black-haired-girl-sitting-on-couch-in-living-room-reading-book-together-and-laughing-1-300x200.jpeg 300w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/01/joyful-parents-couple-and-little-black-haired-girl-sitting-on-couch-in-living-room-reading-book-together-and-laughing-1-768x512.jpeg 768w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/01/joyful-parents-couple-and-little-black-haired-girl-sitting-on-couch-in-living-room-reading-book-together-and-laughing-1.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 334px) 100vw, 334px" /></figure></div>



<p>Fonte: <em><a href="https://escolasexponenciais.com.br/author/blogclassappbr/">Escolas Exponenciais</a>,&nbsp;<a href="https://escolasexponenciais.com.br/exnews/o-que-as-familias-mais-valorizam-na-escola-dos-filhos/">18/01/2024</a>&nbsp;| 5&nbsp;min de leitura</em></p>



<p>A escolha da escola para os filhos é uma decisão difícil para os pais. A qualidade do ensino, a segurança, o envolvimento da família, o desenvolvimento socioemocional e a integração da tecnologia são aspectos que muitos consideram ao avaliar as opções educacionais.</p>



<p>De acordo com a pesquisa&nbsp;<a href="https://escolasexponenciais.com.br/escolas-certificadas-2023/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Certificação Escolas Exponenciais&nbsp;</a>de 2023, 27% das famílias valorizam o cuidado e atenção pessoal que a escola tem com o filho. Na sequência, 24% dão preferência para localização próxima à casa ou ao trabalho, seguida por 22% que valorizam a qualidade na formação acadêmica dos alunos.</p>



<p>Outros 20% consideram o relacionamento próximo e participativo com pais e alunos, acompanhado por 19% que priorizam a ênfase na educação de valores morais e éticos e 18% que valorizam a qualificação da equipe pedagógica. No total, 74 mil famílias responderam ao questionário.&nbsp;</p>



<p>Em sua 5ª edição, o estudo de alcance nacional contou com a participação de mais de 240 escolas, espalhadas por 15 estados. A coleta de respostas de pais, professores e gestores foi realizada entre 9 de outubro e 15 de novembro.&nbsp;</p>



<p><em><a href="https://escolasexponenciais.com.br/exnews/o-que-as-familias-mais-valorizam-na-escola-dos-filhos/">Clique aqui para ler a matéria completa.</a></em></p>



<h2>Transformação digital é o principal desafio da Educação </h2>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img src="https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/01/66.jpeg" alt="" class="wp-image-5001" width="409" height="230" srcset="https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/01/66.jpeg 1024w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/01/66-300x169.jpeg 300w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/01/66-768x432.jpeg 768w" sizes="(max-width: 409px) 100vw, 409px" /></figure></div>



<p>Fonte: <em><a href="https://educador21.com.br/">Educador21</a>, 12/01/2024  | 3 min de leitura</em></p>



<p>Quais são os principais desafios da Educação para os próximos anos? Enfrentando problemas de várias ordens – estruturais, pedagógicos, financeiros, sociais, culturais –, e também complexos, o setor requer soluções rápidas, embora algumas sejam mais difíceis de se resolver que outras. Para entender melhor esse cenário, foi realizada, no fim de 2023, a pesquisa “O Futuro da Educação”, conduzida pela&nbsp;<a href="https://kpmg.com/br/pt/home.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">KPMG&nbsp;</a>– empresa que presta serviços de Audit, Tax e Advisory para ajudar a reduzir riscos e aproveitar oportunidades – com 200 profissionais do setor.</p>



<p>Uma das principais conclusões do levantamento aponta que o principal desafio da Educação no Brasil nos próximos anos é ter docentes preparados para lidar com novas ferramentas e inovações tecnológicas (31%). Após esse, seguem: mudança no perfil dos alunos em relação a produtos e serviços obsoletos (18%); inovação tecnológica e oferta de serviços digitais (18%); captação e retenção de alunos (15%); recuperação do ticket médio (15%); e falta de recursos financeiros para expansão e inovação (3%).</p>



<p>Mas sobre o maior desafio das instituições no atual momento, os respondentes indicaram: inovação tecnológica e desenvolvimento de novos produtos e serviços (40%); fluxo de caixa e gestão financeira (18%); custos e despesas que crescem acima da receita (18%); qualificação do corpo docente (12%); vagas ociosas e evasão (9%); e concorrência (3%). Todos esses, itens afins à transformação digital.</p>



<p><em><a href="https://educador21.com.br/transformacao-digital-e-o-principal-desafio-da-educacao/?utm_source=feedly&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=transformacao-digital-e-o-principal-desafio-da-educacao">Clique aqui para ler a matéria completa.</a></em></p>



<h2>Nem só papel, nem só digital: Suécia dá autonomia para escolha de livro didático</h2>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img src="https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/01/143804-reservado-p-redatora-thiene-barreto-gestao-escolar-como-administrar-os-livros-didaticos-4-1024x684.jpeg" alt="" class="wp-image-5000" width="310" height="207" srcset="https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/01/143804-reservado-p-redatora-thiene-barreto-gestao-escolar-como-administrar-os-livros-didaticos-4-1024x684.jpeg 1024w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/01/143804-reservado-p-redatora-thiene-barreto-gestao-escolar-como-administrar-os-livros-didaticos-4-300x200.jpeg 300w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/01/143804-reservado-p-redatora-thiene-barreto-gestao-escolar-como-administrar-os-livros-didaticos-4-768x513.jpeg 768w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/01/143804-reservado-p-redatora-thiene-barreto-gestao-escolar-como-administrar-os-livros-didaticos-4-1536x1025.jpeg 1536w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/01/143804-reservado-p-redatora-thiene-barreto-gestao-escolar-como-administrar-os-livros-didaticos-4.jpeg 2000w" sizes="(max-width: 310px) 100vw, 310px" /></figure></div>



<p>Fonte: <em><a href="https://porvir.org/">Porvir,</a> 17/01/2024  | 7 min de leitura</em></p>



<p>Em 2023, um acirrado debate tomou conta da pauta educacional no Brasil: o governador de São Paulo, Tarcisio de Freitas, chegou a anunciar que todas as escolas estaduais paulistas, do ensino fundamental 2 ao ensino médio, adotariam apenas obras digitais. A repercussão negativa fez com que a proposta fosse descartada poucos dias depois, por não se alinhar às tendências e estudos mundiais – mesmo os países mais ricos e mais digitalizados não abandonaram por completo os materiais impressos em suas escolas.</p>



<p>Um deles é a Suécia: nos últimos 15 anos, uma das nações mais desenvolvidas do mundo, caminhava em busca de uma educação majoritariamente digital, mas, em 2023 reviu sua estratégia. Em um artigo para o jornal Expressen, a ministra da Educação sueca, Lotta Edholm, afirmou que a educação 100% informatizada foi uma grande experiência, mas que “houve uma postura acrítica [do governo anterior] de considerar a tecnologia necessariamente boa, independentemente do conteúdo”.</p>



<p>De acordo com reportagem do <a href="https://g1.globo.com/educacao/noticia/2023/08/07/por-que-a-suecia-desistiu-da-educacao-100percent-digital-e-gastara-milhoes-de-euros-para-voltar-aos-livros-impressos.ghtml">Portal G1</a>, os resultados do Pirls 2021 (Progress in International Reading Literacy Study), exame internacional que mede habilidades de leitura de alunos do 4º ano do ensino fundamental (de 9 a 10 anos de idade), mostraram que o desempenho das crianças suecas piorou entre 2016 e 2022: caiu de 555 para 544 pontos. O atual governo entendeu que há uma ligação direta entre a queda e o uso de telas na sala de aula. “Recursos didáticos digitais, se usados ​​corretamente, apresentam certas vantagens, como combinar imagem, texto e som. Mas o livro físico traz benefícios que nenhuma tela pode substituir”, escreveu a ministra.</p>



<p><em><a href="https://porvir.org/suecia-da-autonomia-para-escolha-de-livro-didatico/">Clique aqui para ler a matéria completa.</a></em></p><p>The post <a href="https://redu.digital/2024/01/19/redu-news-19-01/">Redu News – 19/01</a> first appeared on <a href="https://redu.digital">Redu</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Redu News &#8211; 01/12</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redu]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Dec 2023 19:09:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Redu News]]></category>
		<category><![CDATA[redunews]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neurodiversidade na escola: como lidar com diferentes tipos de aprendizado Fonte: Escolas Exponenciais,&#160;22/11/2023&#160;&#160;&#124; 3 min&#160;de leitura Baseada na ideia de que todos os indivíduos possuem um funcionamento neurocognitivo distinto, ressaltando a pluralidade neurológica dos seres humanos, a neurodiversidade tem se tornado um debate importante nos últimos anos, especialmente no que diz respeito à Educação, com o aumento dos diagnósticos de neurodivergências como o TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade) e TEA (Transtorno do Espectro Autista) entre os estudantes da nova geração, por exemplo. Para a assessora de Formação Digital e Tecnologia Educacional da Aprende Brasil Educação, Iara Aparecida Pereira Penkal, a neurodiversidade é uma compreensão mais ampla da diversidade de funcionamento cerebral e neurocognitivo em toda a população. “A neurodiversidade reconhece que as pessoas têm diferentes formas de pensar, de aprender e processar informações, e, principalmente, que essas diferenças são naturais e valiosas”, detalha. Ao considerar o ambiente escolar, ela destaca que, quando o professor consegue identificar as caraterísticas individuais dos estudantes e trabalhar com essas características, valorizando a neurodiversidade, contribui para um ambiente mais inclusivo no qual todas as crianças se sentem respeitadas, independentemente de suas características neurocognitivas. Clique aqui para ler a matéria completa. Por que formar docentes para uma educação antirracista? Fonte: Porvir,&#160;22/11/2023&#160;&#160;&#124; 5 min&#160;de leitura Muitas vezes, expressões de racismo podem ser entendidas como brincadeira ou até mesmo ser classificadas&#160;como bullying. Ter professores bem formados, atuantes para explicitar tais diferenças, é fundamental. Além de reconhecer como o racismo se manifesta, uma boa formação também permite compreender outras formas de opressão presentes&#160;nas interseccionalidades&#160;– ou seja, nas interações de diferentes fatores sociais que definem uma pessoa, como classe, raça ou diferenças.&#160; Quanto mais cedo as pessoas entrarem em contato com o tema, maiores são as chances de que elas o introduzam em suas práticas pedagógicas. Se a educação para as&#160;relações étnico-raciais, por exemplo, for apresentada já na formação inicial, esse conteúdo não vai requerer um esforço de convencimento tão grande quanto quando apresentado em outras formações posteriores.&#160; Clique aqui para ler a matéria completa. Governo quer mais alunos da educação especial em classes comuns&#160; Fonte: Agencia Brasil,&#160;22/11/2023&#160;&#124; 2 min de leitura O governo federal vai investir cerca de R$ 3 bilhões em quatro anos para ampliar o acesso, a permanência, participação e a aprendizagem de estudantes com algum tipo de deficiência em escolas comuns, além de formação de educadores. As ações estão previstas no Plano de Afirmação e Fortalecimento da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (PNEEPEI), que foi lançado nesta terça-feira (21). A meta é chegar ao fim de 2026 com mais de 2 milhões de estudantes da educação especial matriculados em&#160;classes comuns, além de atingir o total de 169 mil matrículas na educação infantil. O Plano tem quatro eixos: Expansão do Acesso, Qualidade e Permanência, Produção de Conhecimento e Formação. O governo também quer dobrar o número de escolas que recebem recursos para Salas de Recursos Multifuncionais, passando dos atuais 36% para 72% dos estabelecimentos. Também estão entre os objetivos a criação de 27 observatórios de monitoramento e o lançamento de 6 editais para pesquisadores com deficiência. Clique aqui para ler a matéria completa.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Neurodiversidade na escola: como lidar com diferentes tipos de aprendizado</h2>



<p>Fonte: <em><a href="https://escolasexponenciais.com.br/author/blogclassappbr/">Escolas Exponenciais</a>,&nbsp;22/11/2023&nbsp;&nbsp;| 3 min&nbsp;de leitura</em></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img src="https://redu.digital/wp-content/uploads/2023/11/Foto-de-Crislandia-Silva-7.jpeg" alt="" class="wp-image-4955" width="382" height="254" srcset="https://redu.digital/wp-content/uploads/2023/11/Foto-de-Crislandia-Silva-7.jpeg 1000w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2023/11/Foto-de-Crislandia-Silva-7-300x200.jpeg 300w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2023/11/Foto-de-Crislandia-Silva-7-768x512.jpeg 768w" sizes="(max-width: 382px) 100vw, 382px" /></figure></div>



<p>Baseada na ideia de que todos os indivíduos possuem um funcionamento neurocognitivo distinto, ressaltando a pluralidade neurológica dos seres humanos, a neurodiversidade tem se tornado um debate importante nos últimos anos, especialmente no que diz respeito à Educação, com o aumento dos diagnósticos de neurodivergências como o TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade) e TEA (Transtorno do Espectro Autista) entre os estudantes da nova geração, por exemplo.</p>



<p>Para a assessora de Formação Digital e Tecnologia Educacional da Aprende Brasil Educação, Iara Aparecida Pereira Penkal, a neurodiversidade é uma compreensão mais ampla da diversidade de funcionamento cerebral e neurocognitivo em toda a população. “A neurodiversidade reconhece que as pessoas têm diferentes formas de pensar, de aprender e processar informações, e, principalmente, que essas diferenças são naturais e valiosas”, detalha.</p>



<p>Ao considerar o ambiente escolar, ela destaca que, quando o professor consegue identificar as caraterísticas individuais dos estudantes e trabalhar com essas características, valorizando a neurodiversidade, contribui para um ambiente mais inclusivo no qual todas as crianças se sentem respeitadas, independentemente de suas características neurocognitivas.</p>



<p><em><a href="https://escolasexponenciais.com.br/exnews/neurodiversidade-na-escola-como-lidar-com-diferentes-tipos-de-aprendizado/">Clique aqui para ler a matéria completa.</a></em></p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2>Por que formar docentes para uma educação antirracista?</h2>



<p>Fonte: <em><a href="https://porvir.org/">Porvir,</a>&nbsp;22/11/2023&nbsp;&nbsp;| 5 min&nbsp;de leitura</em></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img src="https://redu.digital/wp-content/uploads/2023/11/escola-inclusiva.jpeg" alt="" class="wp-image-4956" width="371" height="247" srcset="https://redu.digital/wp-content/uploads/2023/11/escola-inclusiva.jpeg 1000w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2023/11/escola-inclusiva-300x200.jpeg 300w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2023/11/escola-inclusiva-768x512.jpeg 768w" sizes="(max-width: 371px) 100vw, 371px" /></figure></div>



<p>Muitas vezes, expressões de racismo podem ser entendidas como brincadeira ou até mesmo ser classificadas&nbsp;<a href="https://porvir.org/bullying-na-escola-livros-pesquisas-filmes-e-palestras-para-um-debate-qualificado/">como bullying</a>. Ter professores bem formados, atuantes para explicitar tais diferenças, é fundamental.</p>



<p>Além de reconhecer como o racismo se manifesta, uma boa formação também permite compreender outras formas de opressão presentes&nbsp;nas interseccionalidades&nbsp;– ou seja, nas interações de diferentes fatores sociais que definem uma pessoa, como classe, raça ou diferenças.&nbsp;</p>



<p>Quanto mais cedo as pessoas entrarem em contato com o tema, maiores são as chances de que elas o introduzam em suas práticas pedagógicas. Se a educação para as&nbsp;<a href="https://porvir.org/para-chegar-a-sala-de-aula-debate-etnico-racial-deve-estar-na-formacao-de-professores/">relações étnico-raciais</a>, por exemplo, for apresentada já na formação inicial, esse conteúdo não vai requerer um esforço de convencimento tão grande quanto quando apresentado em outras formações posteriores.&nbsp;</p>



<p><em><a href="https://porvir.org/formar-docentes-educacao-antirracista/">Clique aqui para ler a matéria completa.</a></em></p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2>Governo quer mais alunos da educação especial em classes comuns&nbsp;</h2>



<p><em><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/">Fonte: Agencia Brasil,</a>&nbsp;22/11/2023&nbsp;| 2 min de leitura</em></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img src="https://redu.digital/wp-content/uploads/2023/11/educacao-especial-x-educacao-inclusiva-entenda-a-diferenca-740x476-1.jpeg" alt="" class="wp-image-4957" width="418" height="269" srcset="https://redu.digital/wp-content/uploads/2023/11/educacao-especial-x-educacao-inclusiva-entenda-a-diferenca-740x476-1.jpeg 740w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2023/11/educacao-especial-x-educacao-inclusiva-entenda-a-diferenca-740x476-1-300x193.jpeg 300w" sizes="(max-width: 418px) 100vw, 418px" /></figure></div>



<p>O governo federal vai investir cerca de R$ 3 bilhões em quatro anos para ampliar o acesso, a permanência, participação e a aprendizagem de estudantes com algum tipo de deficiência em escolas comuns, além de formação de educadores. As ações estão previstas no Plano de Afirmação e Fortalecimento da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (PNEEPEI), que foi lançado nesta terça-feira (21).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1568137&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1568137&amp;o=node"></p>



<p>A meta é chegar ao fim de 2026 com mais de 2 milhões de estudantes da educação especial matriculados em&nbsp;<a href="https://isaac.com.br/blog/como-construir-um-ambiente-inclusivo-nas-escolas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">classes comuns</a>, além de atingir o total de 169 mil matrículas na educação infantil. O Plano tem quatro eixos: Expansão do Acesso, Qualidade e Permanência, Produção de Conhecimento e Formação.</p>



<p>O governo também quer dobrar o número de escolas que recebem recursos para Salas de Recursos Multifuncionais, passando dos atuais 36% para 72% dos estabelecimentos. Também estão entre os objetivos a criação de 27 observatórios de monitoramento e o lançamento de 6 editais para pesquisadores com deficiência.</p>



<p><em><a href="https://escolasexponenciais.com.br/exnews/governo-quer-mais-alunos-da-educacao-especial-em-classes-comuns/">Clique aqui para ler a matéria completa.</a></em></p><p>The post <a href="https://redu.digital/2023/12/04/redu-news-01-10/">Redu News – 01/12</a> first appeared on <a href="https://redu.digital">Redu</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Pesquisa inédita revela necessidade de formação continuada</title>
		<link>https://redu.digital/2023/11/16/pesquisa-inedita-revela-necessidade-de-formacao-continuada/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=pesquisa-inedita-revela-necessidade-de-formacao-continuada</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redu]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Nov 2023 17:22:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Redu News]]></category>
		<category><![CDATA[redunews]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pesquisa de opinião &#8220;Percepções e Desafios dos Anos Finais do Ensino Fundamental nas redes municipais de ensino&#8221;, conduzida pelo Itaú Social em colaboração com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), destaca a formação contínua dos professores como um dos principais desafios enfrentados pelas secretarias municipais de Educação. Nas redes que oferecem os anos finais (6º ao 9º ano), quase metade delas (49,2%) fornece formações para professores uma vez a cada dois meses, enquanto 26,1% oferecem uma vez a cada seis meses, e apenas 6,8% disponibilizam uma vez ao ano. As proporções são semelhantes quando se trata de oferecer formação para outros profissionais, como diretores escolares, coordenadores pedagógicos e pessoal administrativo. A pesquisa, realizada entre 18 de maio e 26 de junho deste ano, envolveu 3.329 dirigentes de ensino com o objetivo de entender os principais desafios na oferta e gestão dos anos finais do Ensino Fundamental e identificar oportunidades para superar essas questões. O estudo abrangeu respostas de 60% de todas as redes municipais do Brasil, que atendem a 64% do total de 5,3 milhões de estudantes nessa etapa na rede pública. O estudo também enfatiza os temas abordados nas formações oferecidas. De acordo com as redes municipais que fornecem formação mensal, os tópicos pedagógicos são os mais frequentes, incluindo abordagens lúdicas, críticas e participativas de aprendizagem (30,4%), uso de metodologias que promovam a aprendizagem autônoma e participativa (26,9%), e conteúdo específico das áreas e disciplinas do currículo (28,4%). No entanto, a pesquisa revela que existem temas essenciais para lidar com os desafios e peculiaridades dos anos finais que não são oferecidos nas formações contínuas. Estes incluem conteúdos relacionados às mudanças e desenvolvimento da adolescência dos estudantes (19,4%), implementação de conteúdos sobre história e cultura africana e afro-brasileira (19,8%), e abordagens específicas para corrigir a distorção idade-série e as trajetórias educacionais (14,4%). A falta de material pedagógico para aplicar o conhecimento adquirido nas formações em sala de aula é citada por 47,7% das redes como um desafio mais difícil nessa etapa. Além disso, a frequência dos profissionais nas formações é um desafio mais significativo, com 51,7% das respostas, sendo menos acentuado na região Sul, onde o índice é de 39,1%. A adesão dos profissionais também é uma preocupação mais premente nos anos finais em comparação com os anos iniciais, com 55,1% das menções, sendo mais acentuada no Nordeste, atingindo 60%. A pesquisa destaca a importância da compreensão do processo de adolescência e das especificidades individuais e contextuais para o sucesso das políticas educacionais no final do Ensino Fundamental. Além disso, ressalta a necessidade de esforços para lidar com fatores críticos nesta etapa, incluindo gestão escolar especializada, reorganização das escolas, volume e adequação do trabalho docente, correção da distorção idade-série, maior envolvimento dos estudantes, parceria entre famílias e escolas, estratégias para os anos de transição e um currículo ampliado em busca da educação integral. Apesar dos desafios, a pesquisa revela que 69,7% das redes recebem apoio das secretarias estaduais para fornecer formação aos gestores e professores. Esse apoio estadual varia em termos de ações, incluindo o acompanhamento dos progressos educacionais das redes municipais (66,3%) e a realização de formações para gestores e professores (69,7%). No entanto, as redes do Sul relatam receber menos apoio em comparação com outras regiões, com menos de 40% em ambas as categorias de suporte. A pesquisa destaca a necessidade de um Sistema Nacional de Educação para garantir a coordenação entre os sistemas de ensino e enfatiza a importância de políticas integradas e cooperação federativa respeitando a autonomia e diversidade dos municípios. Ela também enfatiza a importância de políticas que considerem as transformações físicas e emocionais pelas quais os adolescentes passam e promovam oportunidades de acolhimento, escuta ativa e colaboração.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img src="https://redu.digital/wp-content/uploads/2023/11/pexels-katerina-holmes-5905918-1-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-4952" width="458" height="305" srcset="https://redu.digital/wp-content/uploads/2023/11/pexels-katerina-holmes-5905918-1-1024x683.jpg 1024w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2023/11/pexels-katerina-holmes-5905918-1-300x200.jpg 300w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2023/11/pexels-katerina-holmes-5905918-1-768x512.jpg 768w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2023/11/pexels-katerina-holmes-5905918-1-1536x1024.jpg 1536w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2023/11/pexels-katerina-holmes-5905918-1-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 458px) 100vw, 458px" /></figure></div>



<p>A pesquisa de opinião &#8220;Percepções e Desafios dos Anos Finais do Ensino Fundamental nas redes municipais de ensino&#8221;, conduzida pelo Itaú Social em colaboração com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), destaca a formação contínua dos professores como um dos principais desafios enfrentados pelas secretarias municipais de Educação.</p>



<p>Nas redes que oferecem os anos finais (6º ao 9º ano), quase metade delas (49,2%) fornece formações para professores uma vez a cada dois meses, enquanto 26,1% oferecem uma vez a cada seis meses, e apenas 6,8% disponibilizam uma vez ao ano. As proporções são semelhantes quando se trata de oferecer formação para outros profissionais, como diretores escolares, coordenadores pedagógicos e pessoal administrativo.</p>



<p>A pesquisa, realizada entre 18 de maio e 26 de junho deste ano, envolveu 3.329 dirigentes de ensino com o objetivo de entender os principais desafios na oferta e gestão dos anos finais do Ensino Fundamental e identificar oportunidades para superar essas questões. O estudo abrangeu respostas de 60% de todas as redes municipais do Brasil, que atendem a 64% do total de 5,3 milhões de estudantes nessa etapa na rede pública.</p>



<p>O estudo também enfatiza os temas abordados nas formações oferecidas. De acordo com as redes municipais que fornecem formação mensal, os tópicos pedagógicos são os mais frequentes, incluindo abordagens lúdicas, críticas e participativas de aprendizagem (30,4%), uso de metodologias que promovam a aprendizagem autônoma e participativa (26,9%), e conteúdo específico das áreas e disciplinas do currículo (28,4%).</p>



<p>No entanto, a pesquisa revela que existem temas essenciais para lidar com os desafios e peculiaridades dos anos finais que não são oferecidos nas formações contínuas. Estes incluem conteúdos relacionados às mudanças e desenvolvimento da adolescência dos estudantes (19,4%), implementação de conteúdos sobre história e cultura africana e afro-brasileira (19,8%), e abordagens específicas para corrigir a distorção idade-série e as trajetórias educacionais (14,4%).</p>



<p>A falta de material pedagógico para aplicar o conhecimento adquirido nas formações em sala de aula é citada por 47,7% das redes como um desafio mais difícil nessa etapa. Além disso, a frequência dos profissionais nas formações é um desafio mais significativo, com 51,7% das respostas, sendo menos acentuado na região Sul, onde o índice é de 39,1%.</p>



<p>A adesão dos profissionais também é uma preocupação mais premente nos anos finais em comparação com os anos iniciais, com 55,1% das menções, sendo mais acentuada no Nordeste, atingindo 60%.</p>



<p>A pesquisa destaca a importância da compreensão do processo de adolescência e das especificidades individuais e contextuais para o sucesso das políticas educacionais no final do Ensino Fundamental. Além disso, ressalta a necessidade de esforços para lidar com fatores críticos nesta etapa, incluindo gestão escolar especializada, reorganização das escolas, volume e adequação do trabalho docente, correção da distorção idade-série, maior envolvimento dos estudantes, parceria entre famílias e escolas, estratégias para os anos de transição e um currículo ampliado em busca da educação integral.</p>



<p>Apesar dos desafios, a pesquisa revela que 69,7% das redes recebem apoio das secretarias estaduais para fornecer formação aos gestores e professores. Esse apoio estadual varia em termos de ações, incluindo o acompanhamento dos progressos educacionais das redes municipais (66,3%) e a realização de formações para gestores e professores (69,7%). No entanto, as redes do Sul relatam receber menos apoio em comparação com outras regiões, com menos de 40% em ambas as categorias de suporte.</p>



<p>A pesquisa destaca a necessidade de um Sistema Nacional de Educação para garantir a coordenação entre os sistemas de ensino e enfatiza a importância de políticas integradas e cooperação federativa respeitando a autonomia e diversidade dos municípios. Ela também enfatiza a importância de políticas que considerem as transformações físicas e emocionais pelas quais os adolescentes passam e promovam oportunidades de acolhimento, escuta ativa e colaboração.</p><p>The post <a href="https://redu.digital/2023/11/16/pesquisa-inedita-revela-necessidade-de-formacao-continuada/">Pesquisa inédita revela necessidade de formação continuada</a> first appeared on <a href="https://redu.digital">Redu</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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