<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>educacaosuperior – Redu</title>
	<atom:link href="https://redu.digital/tag/educacaosuperior/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://redu.digital</link>
	<description>O Ambiente Digital para um Aprendizado Real</description>
	<lastBuildDate>Tue, 07 Apr 2026 19:24:09 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=5.4.19</generator>

<image>
	<url>https://redu.digital/wp-content/uploads/2022/12/cropped-favicon-32x32.png</url>
	<title>educacaosuperior – Redu</title>
	<link>https://redu.digital</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Por que a matrícula aumenta todo ano até no EaD?</title>
		<link>https://redu.digital/2026/01/03/por-que-a-matricula-aumenta-todo-ano-ate-no-ead/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=por-que-a-matricula-aumenta-todo-ano-ate-no-ead</link>
					<comments>https://redu.digital/2026/01/03/por-que-a-matricula-aumenta-todo-ano-ate-no-ead/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redu]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Jan 2026 17:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[EAD]]></category>
		<category><![CDATA[educacaosuperior]]></category>
		<category><![CDATA[matrícula]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://redu.digital/?p=5599</guid>

					<description><![CDATA[<p>Chega a época de rematrícula e, com ela, uma dúvida que ecoa em grupos de alunos e conversas familiares: &#8220;Por que o valor da matrícula e das mensalidades aumenta todo ano?&#8221;. A pergunta se torna ainda mais incisiva quando se trata de cursos EAD: &#8220;Se não há gastos com grandes estruturas físicas, por que os preços sobem?&#8221;. Essa é uma questão justa e merece uma resposta transparente. A verdade é que, por trás de qualquer serviço educacional de qualidade, seja ele presencial ou digital, existe uma complexa planilha de custos que se ajusta anualmente. Vamos mergulhar nessa estrutura para entender o que motiva esses reajustes e desmistificar a ideia de que a educação a distância tem &#8220;custo zero&#8221;. A base legal do reajuste anual (válida para todos) Primeiramente, é importante saber que os reajustes anuais não são aleatórios. Eles são regulados pela Lei nº 9.870/99, que estabelece que qualquer aumento no valor das mensalidades deve ser baseado em uma &#8220;planilha de custos&#8221; que justifique essa variação. Os principais fatores que impactam essa planilha em todas as modalidades de ensino são: Dissídio salarial: O reajuste anual dos salários de professores, tutores e corpo técnico-administrativo é, frequentemente, o componente de maior peso no aumento da mensalidade. Inflação: Custos operacionais básicos como água, energia, internet e serviços de terceiros são corrigidos pela inflação (medida por índices como IPCA ou IGPM), impactando o caixa da instituição. Investimentos em melhorias: Reformas, compra de novos equipamentos, atualização de acervos de biblioteca e melhorias gerais na infraestrutura e nos serviços oferecidos. Até aqui, os custos são mais tangíveis. Mas e quando entramos no universo EAD? O mito do &#8220;custo zero&#8221; no EAD Muitos acreditam que, ao eliminar a necessidade de grandes campi com múltiplas salas de aula, o custo de um curso EAD seria drasticamente menor e, portanto, não deveria sofrer aumentos. Essa é uma visão incompleta que ignora os altos e crescentes investimentos que sustentam a educação digital. Se o presencial investe em &#8220;tijolos e cimento&#8221;, o EAD de qualidade investe pesado em tecnologia, conteúdo e pessoas. 1. O custo da tecnologia:&#160; Este é o &#8220;campus digital&#8221; da instituição, e ele tem um custo recorrente e crescente. Plataformas de aprendizagem (LMS): Softwares que oferecem um ambiente interativo, social e estável, representam um investimento significativo em licenciamento e manutenção. Servidores e hospedagem em nuvem: Para que milhares de alunos acessem vídeos, materiais e aulas ao vivo simultaneamente, é necessária uma infraestrutura robusta de cloud computing. Segurança de dados (Cibersegurança): Proteger os dados de alunos e da instituição contra-ataques é uma despesa contínua e cada vez mais crítica. Equipes de TI e desenvolvimento: Manter toda essa estrutura no ar, atualizada e funcionando sem falhas exige uma equipe de especialistas altamente qualificada. 2. A fábrica de conteúdo: Aulas online de qualidade não são feitas com uma simples webcam. Há um verdadeiro processo de produção audiovisual por trás. Estúdios de gravação: Câmeras profissionais, microfones, iluminação e cenários. Equipe de produção: Designers instrucionais, roteiristas, editores de vídeo e designers gráficos. Softwares de edição e animação: Licenças de softwares profissionais que são essenciais para a produção de material didático de alta qualidade. 3. Pessoas e suporte: A EAD não elimina a necessidade de pessoas; ela exige novos papéis, tão ou mais importantes que no presencial. Tutores e monitores online: Profissionais dedicados a tirar dúvidas, corrigir trabalhos e engajar os alunos nos fóruns. Seus salários também sofrem dissídio. Suporte técnico ao aluno: Uma equipe pronta para resolver problemas de acesso, uso da plataforma e outras dificuldades técnicas. Polos de apoio presencial: Conforme o novo Marco Legal, cursos EAD precisam de polos físicos para avaliações e suporte, gerando custos com aluguel, manutenção e pessoal. A chave é a percepção de valor Entendido os custos, a questão central para o gestor educacional muda: não é sobre se o preço vai aumentar, mas sobre como comunicar esse valor para o aluno.&#160; Ou seja, a solução não é congelar preços, mas sim investir em uma experiência de aprendizagem que justifique o valor. O estudante não se importará com um reajuste justo se ele perceber que está recebendo em troca uma plataforma melhor, conteúdos mais ricos e um suporte mais eficiente. É aqui que um parceiro como a Redu se torna estratégico. Uma plataforma de excelência não é apenas um &#8220;custo&#8221; na sua planilha; ela é a materialização do seu investimento na experiência do aluno. É a prova visível de que o valor da matrícula está sendo revertido em uma educação mais moderna, interativa e eficaz. Sua instituição está preparada para transformar seus custos em valor percebido pelo aluno? Na Redu, ajudamos você a oferecer uma experiência digital que não apenas justifica, mas encanta. Vamos conversar!</p>
<p>The post <a href="https://redu.digital/2026/01/03/por-que-a-matricula-aumenta-todo-ano-ate-no-ead/">Por que a matrícula aumenta todo ano até no EaD?</a> first appeared on <a href="https://redu.digital">Redu</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://redu.digital/wp-content/uploads/2025/09/ferramentas-de-ensino-a-distancia-1024x640-1.jpg" alt="" class="wp-image-5602" srcset="https://redu.digital/wp-content/uploads/2025/09/ferramentas-de-ensino-a-distancia-1024x640-1.jpg 1024w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2025/09/ferramentas-de-ensino-a-distancia-1024x640-1-300x188.jpg 300w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2025/09/ferramentas-de-ensino-a-distancia-1024x640-1-768x480.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Chega a época de rematrícula e, com ela, uma dúvida que ecoa em grupos de alunos e conversas familiares: &#8220;Por que o valor da matrícula e das mensalidades aumenta todo ano?&#8221;. A pergunta se torna ainda mais incisiva quando se trata de cursos EAD: &#8220;Se não há gastos com grandes estruturas físicas, por que os preços sobem?&#8221;.</p>



<p>Essa é uma questão justa e merece uma resposta transparente. A verdade é que, por trás de qualquer serviço educacional de qualidade, seja ele presencial ou digital, existe uma complexa planilha de custos que se ajusta anualmente.</p>



<p>Vamos mergulhar nessa estrutura para entender o que motiva esses reajustes e desmistificar a ideia de que a educação a distância tem &#8220;custo zero&#8221;.</p>



<h4><strong>A base legal do reajuste anual (válida para todos)</strong></h4>



<p>Primeiramente, é importante saber que os reajustes anuais não são aleatórios. Eles são regulados pela Lei nº 9.870/99, que estabelece que qualquer aumento no valor das mensalidades deve ser baseado em uma <strong>&#8220;planilha de custos&#8221;</strong> que justifique essa variação.</p>



<p>Os principais fatores que impactam essa planilha em <strong>todas</strong> as modalidades de ensino são:</p>



<ol><li><strong>Dissídio salarial:</strong> O reajuste anual dos salários de professores, tutores e corpo técnico-administrativo é, frequentemente, o componente de maior peso no aumento da mensalidade.</li><li><strong>Inflação:</strong> Custos operacionais básicos como água, energia, internet e serviços de terceiros são corrigidos pela inflação (medida por índices como IPCA ou IGPM), impactando o caixa da instituição.</li><li><strong>Investimentos em melhorias:</strong> Reformas, compra de novos equipamentos, atualização de acervos de biblioteca e melhorias gerais na infraestrutura e nos serviços oferecidos.</li></ol>



<p>Até aqui, os custos são mais tangíveis. Mas e quando entramos no universo EAD?</p>



<h4><strong>O mito do &#8220;custo zero&#8221; no EAD</strong></h4>



<p>Muitos acreditam que, ao eliminar a necessidade de grandes campi com múltiplas salas de aula, o custo de um curso EAD seria drasticamente menor e, portanto, não deveria sofrer aumentos. Essa é uma visão incompleta que ignora os altos e crescentes investimentos que sustentam a educação digital.</p>



<p>Se o presencial investe em &#8220;tijolos e cimento&#8221;, o EAD de qualidade investe pesado em <strong>tecnologia, conteúdo e pessoas</strong>.</p>



<p><strong>1. O custo da tecnologia:&nbsp;</strong></p>



<p>Este é o &#8220;campus digital&#8221; da instituição, e ele tem um custo recorrente e crescente.</p>



<ul><li><strong>Plataformas de aprendizagem (LMS):</strong> Softwares que oferecem um ambiente interativo, social e estável, representam um investimento significativo em licenciamento e manutenção.</li><li><strong>Servidores e hospedagem em nuvem:</strong> Para que milhares de alunos acessem vídeos, materiais e aulas ao vivo simultaneamente, é necessária uma infraestrutura robusta de cloud computing.</li><li><strong>Segurança de dados (Cibersegurança):</strong> Proteger os dados de alunos e da instituição contra-ataques é uma despesa contínua e cada vez mais crítica.</li><li><strong>Equipes de TI e desenvolvimento:</strong> Manter toda essa estrutura no ar, atualizada e funcionando sem falhas exige uma equipe de especialistas altamente qualificada.</li></ul>



<p><strong>2. A fábrica de conteúdo:</strong></p>



<p>Aulas online de qualidade não são feitas com uma simples webcam. Há um verdadeiro processo de produção audiovisual por trás.</p>



<ul><li><strong>Estúdios de gravação:</strong> Câmeras profissionais, microfones, iluminação e cenários.</li><li><strong>Equipe de produção:</strong> Designers instrucionais, roteiristas, editores de vídeo e designers gráficos.</li><li><strong>Softwares de edição e animação:</strong> Licenças de softwares profissionais que são essenciais para a produção de material didático de alta qualidade.</li></ul>



<p><strong>3. Pessoas e suporte:</strong></p>



<p>A EAD não elimina a necessidade de pessoas; ela exige novos papéis, tão ou mais importantes que no presencial.</p>



<ul><li><strong>Tutores e monitores online:</strong> Profissionais dedicados a tirar dúvidas, corrigir trabalhos e engajar os alunos nos fóruns. Seus salários também sofrem dissídio.</li><li><strong>Suporte técnico ao aluno:</strong> Uma equipe pronta para resolver problemas de acesso, uso da plataforma e outras dificuldades técnicas.</li><li><strong>Polos de apoio presencial:</strong> Conforme o novo Marco Legal, cursos EAD precisam de polos físicos para avaliações e suporte, gerando custos com aluguel, manutenção e pessoal.</li></ul>



<h4><strong>A chave é a percepção de valor</strong></h4>



<p>Entendido os custos, a questão central para o gestor educacional muda: não é sobre se o preço vai aumentar, mas sobre <strong>como comunicar esse valor</strong> para o aluno.&nbsp;</p>



<p>Ou seja, a solução não é congelar preços, mas sim investir em uma experiência de aprendizagem que justifique o valor. O estudante não se importará com um reajuste justo se ele perceber que está recebendo em troca uma plataforma melhor, conteúdos mais ricos e um suporte mais eficiente.</p>



<p>É aqui que um parceiro como a <a href="https://redu.digital/" title="Redu">Redu</a> se torna estratégico. Uma plataforma de excelência não é apenas um &#8220;custo&#8221; na sua planilha; ela é a <strong>materialização do seu investimento na experiência do aluno</strong>. É a prova visível de que o valor da matrícula está sendo revertido em uma educação mais moderna, interativa e eficaz.</p>



<p><strong>Sua instituição está preparada para transformar seus custos em valor percebido pelo aluno?</strong> Na Redu, ajudamos você a oferecer uma experiência digital que não apenas justifica, mas encanta. <strong><a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=558199773181&amp;text=Ol%C3%A1.%20Estou%20interessado%20na%20contrata%C3%A7%C3%A3o%20da%20plataforma.%20Gostaria%20de%20mais%20informa%C3%A7%C3%B5es." title="Vamos conversar!">Vamos conversar!</a></strong></p><p>The post <a href="https://redu.digital/2026/01/03/por-que-a-matricula-aumenta-todo-ano-ate-no-ead/">Por que a matrícula aumenta todo ano até no EaD?</a> first appeared on <a href="https://redu.digital">Redu</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://redu.digital/2026/01/03/por-que-a-matricula-aumenta-todo-ano-ate-no-ead/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Egressos da Educação Superior: Por que é tão importante estudá-los?</title>
		<link>https://redu.digital/2024/12/04/egressos-da-educacao-superior-por-que-e-tao-importante-estuda-los/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=egressos-da-educacao-superior-por-que-e-tao-importante-estuda-los</link>
					<comments>https://redu.digital/2024/12/04/egressos-da-educacao-superior-por-que-e-tao-importante-estuda-los/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redu]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Dec 2024 16:01:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[educacaosuperior]]></category>
		<category><![CDATA[egressos]]></category>
		<category><![CDATA[ensino]]></category>
		<category><![CDATA[redudigital]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://redu.digital/?p=5270</guid>

					<description><![CDATA[<p>Você já parou para pensar na importância de entender as experiências dos egressos da Educação Superior? Eles têm histórias ricas sobre os caminhos que percorreram na universidade e os impactos dessa vivência em suas trajetórias profissionais e pessoais. Essas histórias não só enriquecem nosso entendimento sobre a educação, como também ajudam a moldar o futuro de novas gerações de estudantes. Um artigo recente, publicado na Revista Educação em Páginas, traz uma análise profunda sobre como a temática dos egressos tem sido tratada na literatura acadêmica. O estudo, intitulado Egressos da Educação Superior: o que dizem alguns estudos, foca em artigos publicados em revistas de alto impacto (A1 no Qualis Capes) no ano de 2020. Mas, afinal, o que esse estudo revela? O que o artigo investiga? O objetivo da pesquisa era responder à seguinte pergunta: Como a temática dos egressos da Educação Superior está sendo apresentada na literatura acadêmica? Para chegar a essa resposta, os autores analisaram 894 artigos publicados em revistas de excelência. O que surpreende é que, desses 894, apenas seis abordaram diretamente o tema dos egressos. Isso revela uma grande lacuna: apesar da relevância do assunto, ele ainda é um campo emergente e pouco explorado. O que foi descoberto? Os estudos analisados trazem diferentes perspectivas sobre os egressos, desde suas trajetórias acadêmicas até os impactos de programas educacionais específicos. Alguns dos principais achados foram: Relação entre desempenho acadêmico e fatores socioeconômicos: Muitos estudos indicaram que o sucesso acadêmico não depende apenas da dedicação do aluno, mas também de fatores como idade, notas no ENEM e condições socioeconômicas. Egressos e políticas educacionais: Um exemplo disso é o Programa Travessia, que teve sucesso em corrigir a distorção idade-série, mas não conseguiu atender plenamente as expectativas de continuidade educacional e empregabilidade dos alunos. Inserção no mercado de trabalho: Um estudo sobre egressos de pós-graduação em saúde mostrou que 96% dos participantes estavam empregados em suas áreas de formação, reforçando como os programas acadêmicos contribuem para a empregabilidade. Além disso, o artigo também destacou uma pesquisa histórica sobre egressos e a escravidão no Brasil, apontando como a educação formal, em determinados contextos, ajudou a perpetuar desigualdades sociais. Por que esse tema é importante? Estudar os egressos da Educação Superior é fundamental, pois eles possuem uma visão privilegiada do sistema educacional. Eles vivenciaram na prática os desafios e os benefícios da universidade e podem apontar lacunas e pontos de melhoria nos programas educacionais. Como os próprios autores do estudo destacam, “independente da área, aquele que responde ou participa enquanto egresso traz o seu conhecimento construído em fatos vivenciados anteriormente”. Essas vozes têm muito a ensinar sobre o que realmente funciona no ambiente acadêmico e o que precisa ser ajustado para garantir um ensino mais eficaz e inclusivo. Reflexões finais Ao analisar a produção científica sobre egressos da Educação Superior, fica claro que ainda há muito a ser explorado. A pesquisa revelou o potencial transformador desse tema, mas também mostrou que é necessário ampliar o olhar sobre as diversas trajetórias dos egressos. É hora de as instituições de ensino e os pesquisadores valorizarem mais essas vozes, que podem contribuir significativamente para a melhoria da educação e da sociedade como um todo. Se você é gestor educacional ou pesquisador, já pensou em como sua instituição ou estudo pode incorporar e valorizar as experiências dos egressos? Fica o convite para refletir sobre isso e se juntar a Redu nessa busca por mais conhecimento e transformação no campo educacional! Referência SOARES, E. de F.; MUAMUNUNGA, A. C.; PAULO, A.; FELICETTI, V. L. Egressos da educação superior: o que dizem alguns estudos. Revista Educação em Páginas, Vitória da Conquista, v. 3, p. e14856, 2024. DOI: 10.22481/redupa.v3.14856. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/index.php/redupa/article/view/14856. Acesso em: 3 dez. 2024.</p>
<p>The post <a href="https://redu.digital/2024/12/04/egressos-da-educacao-superior-por-que-e-tao-importante-estuda-los/">Egressos da Educação Superior: Por que é tão importante estudá-los?</a> first appeared on <a href="https://redu.digital">Redu</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img src="https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/12/bg-menu-egressos-1024x429.jpg" alt="" class="wp-image-5271" width="568" height="238" srcset="https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/12/bg-menu-egressos-1024x429.jpg 1024w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/12/bg-menu-egressos-300x126.jpg 300w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/12/bg-menu-egressos-768x322.jpg 768w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/12/bg-menu-egressos-1536x643.jpg 1536w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/12/bg-menu-egressos.jpg 1600w" sizes="(max-width: 568px) 100vw, 568px" /></figure></div>



<p>Você já parou para pensar na importância de entender <strong>as</strong> <strong>experiências dos egressos da Educação Superior?</strong> Eles têm histórias ricas sobre os caminhos que percorreram na universidade e os impactos dessa vivência em suas trajetórias profissionais e pessoais. Essas histórias não só enriquecem nosso entendimento sobre a educação, como também ajudam a moldar o futuro de novas gerações de estudantes.</p>



<p>Um artigo recente, publicado na <em><strong>Revista Educação em Páginas</strong></em>, traz uma análise profunda sobre como a temática dos egressos tem sido tratada na literatura acadêmica. O estudo, intitulado <em><strong>Egressos da Educação Superior: o que dizem alguns estudos</strong></em>, foca em artigos publicados em revistas de alto impacto (A1 no Qualis Capes) no ano de 2020.</p>



<p> Mas, afinal, o que esse estudo revela?</p>



<h3><strong>O que o artigo investiga?</strong></h3>



<p>O objetivo da pesquisa era responder à seguinte pergunta: <em><strong>Como a temática dos egressos da Educação Superior está sendo apresentada na literatura acadêmica?</strong></em> Para chegar a essa resposta, os autores analisaram 894 artigos publicados em revistas de excelência. </p>



<p>O que surpreende é que, desses 894, apenas <strong>seis </strong>abordaram diretamente o tema dos egressos. Isso revela uma grande lacuna: apesar da relevância do assunto, ele ainda é um campo emergente e pouco explorado.</p>



<h3><strong>O que foi descoberto?</strong></h3>



<p>Os estudos analisados trazem diferentes perspectivas sobre os egressos, desde suas trajetórias acadêmicas até os impactos de programas educacionais específicos. Alguns dos principais achados foram:</p>



<ul><li><strong>Relação entre desempenho acadêmico e fatores socioeconômicos:</strong> Muitos estudos indicaram que o sucesso acadêmico não depende apenas da dedicação do aluno, mas também de fatores como idade, notas no ENEM e condições socioeconômicas.</li><li><strong>Egressos e políticas educacionais:</strong> Um exemplo disso é o Programa Travessia, que teve sucesso em corrigir a distorção idade-série, mas não conseguiu atender plenamente as expectativas de continuidade educacional e empregabilidade dos alunos.</li><li><strong>Inserção no mercado de trabalho:</strong> Um estudo sobre egressos de pós-graduação em saúde mostrou que 96% dos participantes estavam empregados em suas áreas de formação, reforçando como os programas acadêmicos contribuem para a empregabilidade.</li></ul>



<p>Além disso, o artigo também destacou uma pesquisa histórica sobre egressos e a escravidão no Brasil, apontando como a educação formal, em determinados contextos, ajudou a perpetuar desigualdades sociais.</p>



<h3><strong>Por que esse tema é importante?</strong></h3>



<p>Estudar os egressos da Educação Superior é fundamental, pois eles possuem uma <strong>visão privilegiada do sistema educacional.</strong> Eles vivenciaram na prática os desafios e os benefícios da universidade e podem apontar lacunas e pontos de melhoria nos programas educacionais. Como os próprios autores do estudo destacam, “independente da área, aquele que responde ou participa enquanto egresso traz o seu conhecimento construído em fatos vivenciados anteriormente”.</p>



<p>Essas <strong>vozes</strong> têm muito a ensinar sobre o que realmente funciona no ambiente acadêmico e o que precisa ser ajustado para garantir um ensino mais eficaz e inclusivo.</p>



<h3><strong>Reflexões finais</strong></h3>



<p>Ao analisar a produção científica sobre egressos da Educação Superior, fica claro que ainda há muito a ser explorado. A pesquisa revelou o <strong>potencial transformador</strong> desse tema, mas também mostrou que é necessário ampliar o olhar sobre as diversas trajetórias dos egressos. </p>



<p>É hora de as instituições de ensino e os pesquisadores valorizarem mais essas vozes, que podem contribuir significativamente para a melhoria da educação e da sociedade como um todo.</p>



<p><strong>Se você é gestor educacional ou pesquisador, já pensou em como sua instituição ou estudo pode incorporar e valorizar as experiências dos egressos? </strong></p>



<p><strong>Fica o convite para refletir sobre isso e se juntar a <a href="https://redu.digital/">Redu</a> nessa busca por mais conhecimento e transformação no campo educacional!</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p><strong>Referência</strong></p><p>SOARES, E. de F.; MUAMUNUNGA, A. C.; PAULO, A.; FELICETTI, V. L. Egressos da educação superior: o que dizem alguns estudos. <em>Revista Educação em Páginas</em>, Vitória da Conquista, v. 3, p. e14856, 2024. DOI: 10.22481/redupa.v3.14856. Disponível em:<a href="https://periodicos2.uesb.br/index.php/redupa/article/view/14856"> https://periodicos2.uesb.br/index.php/redupa/article/view/14856</a>. Acesso em: 3 dez. 2024.</p></blockquote><p>The post <a href="https://redu.digital/2024/12/04/egressos-da-educacao-superior-por-que-e-tao-importante-estuda-los/">Egressos da Educação Superior: Por que é tão importante estudá-los?</a> first appeared on <a href="https://redu.digital">Redu</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://redu.digital/2024/12/04/egressos-da-educacao-superior-por-que-e-tao-importante-estuda-los/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
