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	<title>Colaboração – Redu</title>
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	<description>O Ambiente Digital para um Aprendizado Real</description>
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	<title>Colaboração – Redu</title>
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		<title>Comunidades de prática para a formação de professores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redu]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Feb 2024 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[formação]]></category>
		<category><![CDATA[professores]]></category>
		<category><![CDATA[redudigital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você é educador, sabe que a formação continuada é a chave para manter a prática pedagógica atualizada e alinhada às necessidades de uma educação cada vez mais centrada no aluno. E é aqui que as Comunidades de Prática (CoP) entram em cena, trazendo uma abordagem inovadora para o desenvolvimento profissional dos professores. Nesse contexto, a plataforma Redu Digital se apresenta como a solução ideal para promover esse modelo colaborativo entre educadores. O que são as Comunidades de Prática e por que elas são tão importantes? Uma Comunidade de Prática é um grupo de professores que se reúne para compartilhar experiências, trocar recursos e refletir sobre suas práticas pedagógicas. Esse ambiente de colaboração mútua não só promove o aprendizado coletivo, como também impulsiona a inovação. Como apontado por Wang (2012) em seu estudo de caso sobre o uso de comunidades online para o desenvolvimento profissional de professores na China, as CoPs oferecem benefícios concretos, como: Planejamento coletivo: Quando professores colaboram na criação de planos de aula, o aprendizado se enriquece, e novas abordagens pedagógicas são exploradas. Reflexão e feedback: A troca de ideias e o recebimento de feedback construtivo são essenciais para o crescimento contínuo dos profissionais. Troca de recursos: Compartilhar materiais e ferramentas reduz o esforço individual de cada educador e cria um repositório de recursos valiosos para todos. E não para por aí! As Comunidades de Prática são um terreno fértil para mudanças transformadoras no ensino, como o fortalecimento do aprendizado colaborativo e a implementação de metodologias mais dinâmicas, como o aprendizado baseado em projetos. Como a Redu Digital facilita a criação de Comunidades de Prática Pensando em apoiar as instituições de ensino na implementação desse modelo colaborativo, a plataforma Redu Digital oferece funcionalidades que fazem toda a diferença: Espaços para planejamento colaborativo: Professores podem discutir e desenvolver planos de aula juntos, trocando feedbacks e aprimorando suas práticas pedagógicas. Ferramentas para reflexão e crítica: A plataforma permite que educadores compartilhem reflexões sobre suas aulas e recebam comentários construtivos de seus pares. Biblioteca de recursos compartilhados: A Redu Digital oferece um repositório de materiais didáticos que facilita o acesso a recursos atualizados e pertinentes. Benefícios para a formação de professores Ao adotar a abordagem de Comunidades de Prática, sua instituição estará investindo em um modelo de formação muito mais eficaz e engajante. Confira alguns dos principais benefícios: Fortalecimento da rede de professores: Promover o trabalho colaborativo entre educadores cria uma rede de apoio e aprendizado mútuo. Inovação pedagógica: Com a troca constante de ideias e experiências, o ambiente se torna propício para a adoção de novas metodologias de ensino. Efetividade na formação: Ao conectar teoria e prática de forma contextualizada, o aprendizado se torna mais aplicável ao cotidiano escolar, aumentando sua efetividade. Conclusão Seja para enfrentar os desafios da educação contemporânea ou para oferecer uma formação mais rica e personalizada aos seus professores, adotar a abordagem de Comunidades de Prática é um passo essencial. E com a plataforma Redu Digital, esse processo se torna muito mais simples e eficaz. Transforme a formação de professores na sua instituição, crie comunidades de prática, e veja os benefícios dessa colaboração e inovação ao alcance de todos!</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img src="https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/12/instrutor-ajudando-os-alunos-na-aula-de-informatica-700x420-1.jpg" alt="" class="wp-image-5283" width="540" height="324" srcset="https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/12/instrutor-ajudando-os-alunos-na-aula-de-informatica-700x420-1.jpg 700w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/12/instrutor-ajudando-os-alunos-na-aula-de-informatica-700x420-1-300x180.jpg 300w" sizes="(max-width: 540px) 100vw, 540px" /></figure></div>



<p>Se você é educador, sabe que a formação continuada é a chave para manter a prática pedagógica atualizada e alinhada às necessidades de uma educação cada vez mais centrada no aluno. E é aqui que as <strong><em>Comunidades de Prática</em> (CoP)</strong> entram em cena, trazendo uma abordagem inovadora para o desenvolvimento profissional dos professores. </p>



<p>Nesse contexto, a plataforma <strong>Redu Digital </strong>se apresenta como a solução ideal para promover esse modelo colaborativo entre educadores.</p>



<h3>O que são as Comunidades de Prática e por que elas são tão importantes?</h3>



<p><strong>Uma Comunidade de Prática é um grupo de professores que se reúne para compartilhar experiências, trocar recursos e refletir sobre suas práticas pedagógicas. </strong>Esse ambiente de colaboração mútua não só promove o aprendizado coletivo, como também impulsiona a inovação. </p>



<p>Como apontado por Wang (2012) em seu estudo de caso sobre o uso de comunidades online para o desenvolvimento profissional de professores na China, as CoPs oferecem benefícios concretos, como:</p>



<ul><li><strong>Planejamento coletivo</strong>: Quando professores colaboram na criação de planos de aula, o aprendizado se enriquece, e novas abordagens pedagógicas são exploradas.</li><li><strong>Reflexão e feedback</strong>: A troca de ideias e o recebimento de feedback construtivo são essenciais para o crescimento contínuo dos profissionais.</li><li><strong>Troca de recursos</strong>: Compartilhar materiais e ferramentas reduz o esforço individual de cada educador e cria um repositório de recursos valiosos para todos.</li></ul>



<p><strong>E não para por aí! </strong>As Comunidades de Prática são um terreno fértil para mudanças transformadoras no ensino, como o fortalecimento do aprendizado colaborativo e a implementação de metodologias mais dinâmicas, como o <strong><em>aprendizado baseado em projetos</em>.</strong></p>



<h3>Como a Redu Digital facilita a criação de Comunidades de Prática</h3>



<p>Pensando em apoiar as instituições de ensino na implementação desse modelo colaborativo, a plataforma <strong>Redu Digital</strong> oferece funcionalidades que fazem toda a diferença:</p>



<ul><li><strong>Espaços para planejamento colaborativo</strong>: Professores podem discutir e desenvolver planos de aula juntos, trocando feedbacks e aprimorando suas práticas pedagógicas.</li><li><strong>Ferramentas para reflexão e crítica</strong>: A plataforma permite que educadores compartilhem reflexões sobre suas aulas e recebam comentários construtivos de seus pares.</li><li><strong>Biblioteca de recursos compartilhados</strong>: A Redu Digital oferece um repositório de materiais didáticos que facilita o acesso a recursos atualizados e pertinentes.</li></ul>



<h3>Benefícios para a formação de professores</h3>



<p>Ao adotar a abordagem de Comunidades de Prática, sua instituição estará investindo em um modelo de formação muito mais eficaz e engajante. Confira alguns dos principais benefícios:</p>



<ul><li><strong>Fortalecimento da rede de professores</strong>: Promover o trabalho colaborativo entre educadores cria uma rede de apoio e aprendizado mútuo.</li><li><strong>Inovação pedagógica</strong>: Com a troca constante de ideias e experiências, o ambiente se torna propício para a adoção de novas metodologias de ensino.</li><li><strong>Efetividade na formação</strong>: Ao conectar teoria e prática de forma contextualizada, o aprendizado se torna mais aplicável ao cotidiano escolar, aumentando sua efetividade.</li></ul>



<h3>Conclusão</h3>



<p>Seja para enfrentar os desafios da educação contemporânea ou para oferecer uma formação mais rica e personalizada aos seus professores, adotar a abordagem de Comunidades de Prática é um passo essencial. <strong>E com a plataforma Redu Digital, esse processo se torna muito mais simples e eficaz.</strong></p>



<p>Transforme a formação de professores na sua instituição, crie comunidades de prática, e veja os benefícios dessa colaboração e inovação ao alcance de todos!</p><p>The post <a href="https://redu.digital/2024/02/23/comunidades-de-pratica-para-a-formacao-de-professores/">Comunidades de prática para a formação de professores</a> first appeared on <a href="https://redu.digital">Redu</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Próximos ou distantes, mas sempre presentes:  uso de plataformas digitais em sala de aula</title>
		<link>https://redu.digital/2024/01/29/proximos-ou-distantes-mas-sempre-presentes-uso-de-plataformas-digitais-em-sala-de-aula/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=proximos-ou-distantes-mas-sempre-presentes-uso-de-plataformas-digitais-em-sala-de-aula</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Alex Sandro Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jan 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colaboração]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Alex Sandro Gomes (*) O retorno das aulas presenciais era aguardado por muitos professores, estudantes e famílias no segundo semestre de 2021. Com o início do novo ano letivo, as aulas presenciais finalmente voltaram a acontecer. Vivi essa experiência assim que ocorreu a retomada das atividades do semestre atual. Era o mês de fevereiro de 2022, e estamos enfrentando um novo surto de gripe da variante influenza H3N2.&#160; Nossa universidade preferiu não obrigar os estudantes a participar de atividades presenciais, mas apenas aqueles que desejarem.&#160; A extensa experiência com plataformas digitais durante o que ficou conhecido como Ensino Remoto Emergencial deixou uma sensação de desgaste e cansaço em relação às interações digitais com os alunos e mesmo nas transmissões de formação profissional.&#160; Surgiu, então, um problema. Como ministrar aulas presenciais e virtuais ao mesmo tempo para aqueles que optaram por ficar em casa?&#160; Por outro lado, a experiência adquirida com o uso de plataformas digitais deixou uma flexibilidade para utilizá-las, por exemplo, em situações específicas nas quais alguns estudantes ainda não puderam retornar. O que fazer nesses casos? Com o problema apresentado, fui ao primeiro dia de aula presencial.&#160; Todos os alunos estavam em casa, e a aula ocorreu como de costume nos últimos semestres: todos online. Apenas eu estava na sala de aula na universidade e não mais em casa (Figura 1). Na segunda semana, tivemos uma experiência diferente. Seis alunos compareceram, e pudemos interagir com entusiasmo devido à presença deles. Para conseguir realizar a transmissão, usamos meu computador pessoal. Havia 33 estudantes acompanhando o encontro no Google Meet.&#160; O problema foi resolvido em relação à transmissão da imagem. No entanto, identificamos que quando os alunos na sala falavam, precisavam se aproximar do computador que estava fazendo a transmissão para serem ouvidos pelos demais colegas da turma.&#160; A dinâmica era lenta, mas conseguimos realizar nossas atividades e os estudantes puderam participar. Tenho poucas informações sobre a experiência daqueles que permaneceram em casa, mas aparentemente, a principal questão foi a lentidão da dinâmica. Na terceira semana, tentamos resolver o problema do som e melhorar a experiência com imagens. Dez alunos estavam na sala.&#160; Pedimos aos estudantes que transmitissem a partir de seus celulares, que trouxeram consigo de casa. O que evoluiu dessa experiência foi a possibilidade de termos diferentes pontos de vista sendo transmitidos (Figura 2).&#160; Também tentamos resolver o problema do som, já que os celulares têm um microfone embutido, o que poderia diminuir a necessidade de movimentação dos estudantes até o único microfone. Em nosso último encontro, decidimos melhorar a experiência com o som.&#160; Vimos que quando mais de um microfone, como o do computador pessoal e mais um celular, estão habilitados na mesma sala, isso causa microfonia.&#160; Mas descobrimos juntos uma solução. Alguns celulares podem permanecer com seus microfones desabilitados, mas ainda transmitindo, e podemos ligar vários microfones, mantendo o som proveniente do fone de ouvido ou no modo de uso como telefone (Figura 3). Isso permite que vários colegas falem na sala, participando da conversação com os colegas que estão em casa. Nas três situações, a visualização dos colegas que permaneceram em casa foi feita projetando suas imagens e reproduzindo o som do computador pessoal no projetor da sala.&#160; Na terceira configuração, quando pudemos permitir a transmissão de várias imagens e a fala de vários colegas, ainda tivemos que reduzir o som do projetor para evitar microfonia.&#160; Atualmente, usamos as plataformas digitais em sala de aula sempre que desejamos incluir estudantes que não podem participar das aulas presenciais, de forma comedida e confortável. (*) Alex Sandro Gomes é Professor Titular na UFPE, Pesquisador Associado ao CNPq e mentor do Redu.Digital. Quer saber mais? Acesse o&#160;nosso site&#160;ou fale conosco através do&#160;WhatsApp!&#160;💡</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote class="wp-block-quote"><p>Por Alex Sandro Gomes (*)</p></blockquote>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img src="https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/01/ferramentas-online.png" alt="" class="wp-image-4993" width="617" height="309" srcset="https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/01/ferramentas-online.png 800w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/01/ferramentas-online-300x150.png 300w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2024/01/ferramentas-online-768x384.png 768w" sizes="(max-width: 617px) 100vw, 617px" /></figure></div>



<p>O retorno das aulas presenciais era aguardado por muitos professores, estudantes e famílias no segundo semestre de 2021. Com o início do novo ano letivo, as <strong>aulas presenciais finalmente voltaram a acontecer.</strong></p>



<p>Vivi essa experiência assim que ocorreu a retomada das atividades do semestre atual. Era o mês de fevereiro de 2022, e estamos enfrentando um novo surto de gripe da variante <strong>influenza H3N2.&nbsp;</strong></p>



<p>Nossa universidade preferiu não obrigar os estudantes a participar de atividades presenciais, mas apenas aqueles que desejarem.&nbsp;</p>



<p>A extensa experiência com plataformas digitais durante o que ficou conhecido como <strong>Ensino Remoto Emergencial </strong>deixou uma sensação de desgaste e cansaço em relação às interações digitais com os alunos e mesmo nas transmissões de formação profissional.&nbsp;</p>



<p>Surgiu, então, um problema. Como ministrar aulas presenciais e virtuais ao mesmo tempo para aqueles que optaram por ficar em casa?&nbsp;</p>



<p>Por outro lado, a experiência adquirida com o uso de plataformas digitais deixou uma flexibilidade para utilizá-las, por exemplo, em situações específicas nas quais alguns estudantes ainda não puderam retornar. O que fazer nesses casos?</p>



<p>Com o problema apresentado, fui ao primeiro dia de aula presencial.&nbsp;</p>



<p>Todos os alunos estavam em casa, e a aula ocorreu como de costume nos últimos semestres: <strong>todos online. </strong>Apenas eu estava na sala de aula na universidade e não mais em casa (Figura 1).</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img src="https://lh7-us.googleusercontent.com/1PFXR4ZCy0ldjXLazOKKzZKMjg74DfG0_IxCRMCJGjOs6PszSznpkEdiwWnjFfZ2tbXESd3-EOlm_Lpdnt7EEJR-ZNx5TJB2puHi83_oUPN-IDpRV1tTreMMeaOO2GGJltp3tH-xVZmtwkfO3bs_rO4" alt=""/><figcaption><em>Figura 1. Ensino remoto a partir da sala de aula</em></figcaption></figure></div>



<p>Na segunda semana, tivemos uma experiência diferente. <strong>Seis alunos compareceram</strong>, e pudemos interagir com entusiasmo devido à presença deles.</p>



<p>Para conseguir realizar a transmissão, usamos meu computador pessoal. Havia 33 estudantes acompanhando o encontro no <strong>Google Meet.&nbsp;</strong></p>



<p>O problema foi resolvido em relação à transmissão da imagem. No entanto, identificamos que quando os alunos na sala falavam, precisavam se aproximar do computador que estava fazendo a transmissão para serem ouvidos pelos demais colegas da turma.&nbsp;</p>



<p><strong>A dinâmica era lenta</strong>, mas conseguimos realizar nossas atividades e os estudantes puderam participar. Tenho poucas informações sobre a experiência daqueles que permaneceram em casa, mas aparentemente, a principal questão foi a lentidão da dinâmica.</p>



<p>Na terceira semana, tentamos resolver o problema do som e melhorar a experiência com imagens. Dez alunos estavam na sala.&nbsp;</p>



<p>Pedimos aos estudantes que transmitissem a partir de seus celulares, que trouxeram consigo de casa. O que evoluiu dessa experiência foi a possibilidade de termos <strong>diferentes pontos de vista sendo transmitidos</strong> (Figura 2).&nbsp;</p>



<p>Também tentamos resolver o problema do som, já que os celulares têm um microfone embutido, o que poderia diminuir a necessidade de movimentação dos estudantes até o único microfone.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img src="https://lh7-us.googleusercontent.com/76dp5dyK-KDRKHm0sE0xEMqbqpt_C9O5OK6h3xKcBpe00NsQSVOdRh0DtviBv-Fc7SKDIfbzJv4a80f8SantBXoRLuMyRB1hrmfFqfwsJn2q_aGzc96w0MiT8pt4M8WKDj_Lupw66Hp4dogOklsLsFw" alt=""/><figcaption><em>Figura 2. Celulares transmitindo apresentações na sala para os colegas em casa</em></figcaption></figure></div>



<p>Em nosso último encontro, decidimos melhorar a experiência com o som.&nbsp;</p>



<p>Vimos que quando mais de um microfone, como o do computador pessoal e mais um celular, estão habilitados na mesma sala, isso causa microfonia.&nbsp;</p>



<p><strong>Mas descobrimos juntos uma solução. </strong>Alguns celulares podem permanecer com seus microfones desabilitados, mas ainda transmitindo, e podemos ligar vários microfones, mantendo o som proveniente do fone de ouvido ou no modo de uso como telefone (Figura 3). Isso permite que vários colegas falem na sala, participando da conversação com os colegas que estão em casa.</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://lh7-us.googleusercontent.com/8NcZdBdhrf7nVoZGkVe4ZEZZiBemcr3czcgUjqPf2zWQHbI48GNnTB_PeKpXV3JKOH-raH1luugqcdYa73KlVOzPZnxMgKCmJhqBlAHLO5WRDEV4Av5OLPliEUc_yTSH0GnJ7dIqwCSXPH2y1A70sE8" alt=""/><figcaption><em>Figura 3. Celular com a saída de som no microfone da orelha</em></figcaption></figure>



<p>Nas três situações, a visualização dos colegas que permaneceram em casa foi feita projetando suas imagens e reproduzindo o som do computador pessoal no projetor da sala.&nbsp;</p>



<p>Na terceira configuração, quando pudemos permitir a transmissão de várias imagens e a fala de vários colegas, ainda tivemos que reduzir o som do projetor para evitar microfonia.&nbsp;</p>



<p>Atualmente, usamos as <strong>plataformas digitais em sala de aula</strong> sempre que desejamos incluir estudantes que não podem participar das aulas presenciais, de forma comedida e confortável.</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>(*) Alex Sandro Gomes é Professor Titular na UFPE, Pesquisador Associado ao CNPq e mentor do Redu.Digital.</p></blockquote>



<p><strong><strong>Quer saber mais? Acesse o&nbsp;<a href="https://redu.digital/">nosso site</a>&nbsp;ou fale conosco através do&nbsp;<a href="https://api.whatsapp.com/send/?phone=5581999773181&amp;text&amp;type=phone_number&amp;app_absent=0">WhatsApp!</a></strong>&nbsp;💡</strong></p><p>The post <a href="https://redu.digital/2024/01/29/proximos-ou-distantes-mas-sempre-presentes-uso-de-plataformas-digitais-em-sala-de-aula/">Próximos ou distantes, mas sempre presentes:  uso de plataformas digitais em sala de aula</a> first appeared on <a href="https://redu.digital">Redu</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
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		<title>O que muda com a colaboração no ensino híbrido?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redu]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jul 2022 19:56:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colaboração]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nas variadas modalidades de ensino, podemos engajar pessoas em situações ativas para colaborarem entre si. Quando promovemos o engajamento e a colaboração entre os estudantes utilizando ambientes que permitem interação fora da sala de aula, as situações didáticas deixam de ter apenas comunicação do professor para a classe. Deixamos de uma comunicação centrada no professor para uma que permite que toda a classe e em que vários grupos constituam espaços de comunicação.&#160; O que falar da comunicação entre os estudantes nessa modalidade de ensino? Considerando que os estudantes encontram-se sempre em diferentes níveis de desenvolvimento e maturidade, é preciso entender que eles compreendem os assuntos de maneiras diferentes.&#160; Quando o professor estimula a colaboração entre os estudantes, ampliam-se as possibilidades de mediação pelo professor sobre a maneira como os estudantes demonstram ter compreendido os assuntos.&#160; A colaboração cria ricos espaços de comunicação na sala de aula. Nos ambientes virtuais de aprendizagem os estudantes podem beneficiar-se de uma maior quantidade de interações. Ele pode pedir ajuda ou apenas acompanhar discussões. Na colaboração entre pares ocorre uma rica troca de entendimentos entre eles. Por que estimular a colaboração entre os estudantes pode ajudar o professor? A colaboração é um dos pilares das metodologias ativas. O professor pode interpretar as interações entre os estudantes de um grupo para acompanhar o desenvolvimento individual deles. Ao formular perguntas ou respostas eles revelam a sua forma de entender os conteúdos.&#160; Constituir um ambiente no qual a comunicação é mais intensa torna a colaboração uma parte significativa da atividade de ensino e aprendizagem. Elas revelam o entendimento dos estudantes e são fontes de inspiração para guiar a atuação dos professores.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img src="https://redu.digital/wp-content/uploads/2022/07/O-que-fazer-no-tempo-livre-das-férias-16-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-4135" width="369" height="369" srcset="https://redu.digital/wp-content/uploads/2022/07/O-que-fazer-no-tempo-livre-das-férias-16-1024x1024.png 1024w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2022/07/O-que-fazer-no-tempo-livre-das-férias-16-300x300.png 300w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2022/07/O-que-fazer-no-tempo-livre-das-férias-16-150x150.png 150w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2022/07/O-que-fazer-no-tempo-livre-das-férias-16-768x768.png 768w, https://redu.digital/wp-content/uploads/2022/07/O-que-fazer-no-tempo-livre-das-férias-16.png 1080w" sizes="(max-width: 369px) 100vw, 369px" /></figure></div>



<p>Nas variadas modalidades de ensino, podemos engajar pessoas em situações ativas para colaborarem entre si. Quando promovemos o engajamento e a colaboração entre os estudantes utilizando ambientes que permitem interação fora da sala de aula, as situações didáticas deixam de ter apenas comunicação do professor para a classe. Deixamos de uma comunicação centrada no professor para uma que permite que toda a classe e em que vários grupos constituam espaços de comunicação.&nbsp;</p>



<p><strong>O que falar da comunicação entre os estudantes nessa modalidade de ensino?</strong></p>



<p>Considerando que os estudantes encontram-se sempre em diferentes níveis de desenvolvimento e maturidade, é preciso entender que eles compreendem os assuntos de maneiras diferentes.&nbsp;</p>



<p>Quando o professor estimula a colaboração entre os estudantes, ampliam-se as possibilidades de mediação pelo professor sobre a maneira como os estudantes demonstram ter compreendido os assuntos.&nbsp;</p>



<p>A colaboração cria ricos espaços de comunicação na sala de aula. Nos ambientes virtuais de aprendizagem os estudantes podem beneficiar-se de uma maior quantidade de interações. Ele pode pedir ajuda ou apenas acompanhar discussões. Na colaboração entre pares ocorre uma rica troca de entendimentos entre eles.</p>



<p><strong>Por que estimular a colaboração entre os estudantes pode ajudar o professor?</strong></p>



<p>A colaboração é um dos pilares das metodologias ativas. O professor pode interpretar as interações entre os estudantes de um grupo para acompanhar o desenvolvimento individual deles. Ao formular perguntas ou respostas eles revelam a sua forma de entender os conteúdos.&nbsp;</p>



<p>Constituir um ambiente no qual a comunicação é mais intensa torna a colaboração uma parte significativa da atividade de ensino e aprendizagem. Elas revelam o entendimento dos estudantes e são fontes de inspiração para guiar a atuação dos professores.</p><p>The post <a href="https://redu.digital/2022/07/08/o-que-muda-com-a-colaboracao-no-ensino-hibrido/">O que muda com a colaboração no ensino híbrido?</a> first appeared on <a href="https://redu.digital">Redu</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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